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Toyota paga US$ 32 milhões para concluir investigações de recall


Recall da Toyota coloca em cheque a confiança na qualidade dos veículos (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)Toyota quer encerrar duas investigações de recalls
(Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)

A montadora japonesa Toyota, número um do mundo, informou nesta terça-feira (21) que pagará o montante recorde de mais de US$ 32 milhões à agência americana de segurança rodoviária (NHTSA) para pôr fim a duas investigações que correm contra ela.

"A Toyota Motor Corporation anuncia ter alcançado dois acordos amistosos com a NHTSA relacionados a duas investigações, uma sobre uma eventual falta de agilidade em pedir o recall de veículos em 2005 devido a uma corrosão do sistema de direção, (e outra) entre 2007 e 2010, para corrigir o risco de que os tapetes bloqueassem os pedais de aceleração", indicou a Toyota em um comunicado.

"A Toyota aceitou pagar US$ 32,425 milhões como parte destes acordos amistosos, mas não reconhece nenhuma violação de suas obrigações em relação à lei sobre segurança nos Estados Unidos", acrescenta a nota.

A Toyota solicitou o recall de 10 milhões de automóveis desde 2009, a maioria nos Estados Unidos, devido a diferentes problemas, mas principalmente por uma falha que fazia com que os pedais de aceleração ficassem bloqueados pelos tapetes do piso do carro.

No dia 10 de maio de 2009, a NHTSA anunciou o lançamento de uma investigação contra a Toyota para apurar se a companhia havia comunicado seus clientes a tempo sobre o recall de 2005.
Em fevereiro, a NHTSA indicou o lançamento de mais uma investigação, desta vez para descobrir se a montadora japonesa havia comunicado as autoridades em tempo hábil sobre os problemas de aceleração involuntária que afetavam seus veículos.

Toyota Sienna 2011 tem preços a partir de 24.260 dólares nos EUA

A minivan Toyota Sienna 2011 tem seus preços anunciados nos EUA. Eles foram reduzidos em 280 dólares, começando em 24.260 dólares para a versão mais barata, que tem motor 2.7 de quatro cilindros e 187 cavalos de potência.

O que a Toyota esconde do público é que essa versão de entrada não existia na linha anterior. Até o modelo 2010, a Toyota Sienna tinha um motor 3.5 V6 de 266 cavalos até mesmo na versão mais barata. Então, acaba sendo aquele esquema “gato por lebre”.

2011 Toyota Sienna

O mesmo se aplica a versão LE, mais equipada, que agora tem preço reduzido, de 25.345 dólares, mas antes tinha motor V6. O topo da linha é a versão Limited, com tração integral e motor V6, com preço de 39.770 dólares.



Toyota FT 86 Sport Concept

toyota ft 86 sport concept

Uma das novidades da Toyota no Salão de Tóquio (Tóquio Auto Show), evento que começou nesta sexta, é o protótipo FT 86 Sport Concept. O esportivo também será uma das atrações do game Gran Turismo 5.

toyota ft 86 sport concept

A expectativa é de que o carro de origem a uma edição especial do FT 86, que deverá ser desenvolvida pela preparadora Gazoo Racing, porém está série deve ser comercializada apenas no Japão.

O Toyota FT 86 ganhou um aerofólio traseiro, um novo sistema de exaustão e um pequeno aerofólio traseira, outra novidade é a grade dianteira, que foi redesenhada. O capô do modelo é de fibra de carbono, material que por causa do fato de ser leve e resistente é muito utilizado nos carros de corrida.

toyota ft 86 sport concept

Outra novidade são as rodas de liga leve de 19 polegadas, calçado por pneus de alta performace desenvolvido pela Potenza. A Toyota também equipou o motor 2.0 L com um turbochanged.

toyota ft 86 sport concept

Diante do grau de realismo, podemos achar que até é real, porém a imagem acima é do FT 86 Sport do jogo Gran Turismo 5

Vale lembrar que o Toyota FT 86, foi apresentado em outubro no Tokio Motor Show. O esportivo é fruto de uma parceria com a Subaru e deve ser produzido em série em 2010.


Avaliação com o híbrido Toyota Prius

Primeiro carro híbrido vendido em série no mundo, desde 1997, o Toyota Prius está cada vez mais perto do mercado brasileiro. Com mais de 2 milhões de unidades vendidas, a segunda geração do híbrido mais bem-sucedido da história será produzida no México e tem previsão de estrear por lá em agosto. Como Brasil e México mantêm um acordo comercial que praticamente zera os impostos de importação, a probabilidade do Prius chegar por aqui aumentou consideravelmente. Fontes na própria Toyota dão conta que o modelo pode desembarcar ainda este ano no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em outubro.



O hatch híbrido é impulsionado pelo motor 1.8 litro com quatro cilindros movido a gasolina e capaz de gerar 99 cv. Este pode trabalhar em conjunto com um propulsor elétrico de 80 cv movido por baterias de níquel. Segundo a fabricante japonesa, em conjunto, os motores levam o Prius de zero a 100 km/h em 10,4 segundos e à máxima de 180 km/h.



O Prius conta com três modos de condução. A opção EV Drive Mode utiliza apenas as baterias elétricas e pode rodar, no máximo, dois quilômetros, desde que não se supere os 50 km/h. O modo Power Mode garante respostas mais rápidas e, por consequência, é o menos eficiente.
Já o Eco Mode faz ambos os motores trabalharem coordenados e promete consumo de 21 km/l. Para chegar a esta boa marca atuam também sistema de frenagem regenerativa, pneus de baixa resistência ao rolamento e baixo coeficiente de arrasto, de 0,26 cx.



No exterior do Prius, um visual controverso. A dianteira apresenta conjunto ótico protuberante em formato irregular, que invade as laterais e o capô. A pequena entrada de ar frontal é cortada pelo emblema da Toyota. No para-choque bojudo há ainda faróis de neblina em um recorte retangular e uma grande entrada de ar. Na lateral a linha de cintura alta parte da lanterna traseira e corta todo o veículo de maneira decrescente, terminando nos faróis e transmitindo ideia de velocidade. Já a traseira possui vidros em duas seções e invade a tampa do porta-malas. O para-choque posterior é robusto e as lanternas verticais se sobressaem na parte superior.



O híbrido oferece quatro opções de equipamentos que variam de nome dependendo do mercado onde são vendidas. A versão de entrada disponibiliza ar-condicionado, direção assistida, volante regulável em altura e profundidade, vidros elétricos, rádio/CD/MP3/WMA, painel de instrumentos digital, banco do condutor com regulagem de altura, comandos no volante, freios com ABS e EBD, além de encostos de cabeça ativos na frente e airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho.

A segunda versão mais barata traz os mesmos itens e soma volante de couro, Bluetooth e sensor de chuva. Por sua vez, a terceira variante conta com acendimento automático dos faróis, espelhos elétricos, bancos de couro com aquecimento e limpador nos faróis. Já a versão topo de linha oferece todos estes equipamentos, mais rodas de 17 polegadas, faróis com leds e de neblina. Esta versão mais cara disponibiliza opcionais como controle de cruzeiro, e sensor de estacionamento, entre outros.

O preço do híbrido pode variar muito entre os países em que ele é comercializado, já que o modelo é alvo de incentivos governamentais. Nos Estados Unidos, o Prius parte de US$ 22,8 mil e chega a US$ 28.070, algo em torno de R$ 40,8 mil e R$ 50,3 mil.

O modelo produzido nos Estados Unidos poderia chegar ao mercado nacional por menos de R$ 100 mil. Como a produção no México não é tributada de imposto sobre importação, este preço deve cair para algo entre R$ 70 mil e R$ 80 mil. Nesta faixa, o Prius disputaria mercado com versões top de hatches médios como Citröen C4, Chevrolet Vectra GT, Ford Focus, Peugeot 307 e Volkswagen Golf, entre outros.

Toyota Etios é revelado oficialmente

Após algumas imagens vazarem na web revelando alguns traços do Etios a Toyota se apressa e revela sem muito alarde o seu novo compacto, nas versões hatch e sedan.

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Este modelo será vendido e produzido no Brasil, seu preço ficará em torno de R$ 30 mil, para incomodar os tradicionais populares. Os motores deverão ser importados, provavelmente o 1.2 e o 1.4.

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O modelo apresentado no Salão de Nova Délhi apresenta um visual discreto, mas atraente. O quadro de instrumentos fica no centro, o acabamento, ao menos aparentemente, é de qualidade aceitável, principalmente se considerarmos o preço do modelo. Na Europa terá motores 1.2 e 1.5. Fique com as imagens. Novas informações em breve.

Toyota revela o iQ Collection

Toyota exibe uma versão diferenciada do compacto iQ. Pensada para rivalizar com o Smart ForTwo, ela foi batizada de Collection.


Como destaques, traz visual atualizado, novos equipamentos e itens antes não-vistos na gama.

Por fora, o iQ Collection traz uma pintura inédita, chamada “Bronze Mica”. As rodas de liga leve têm novo desenho. No interior, há detalhes creme e dourado pelo console, quadro de instrumentos com novo grafismo e outros detalhes. O assento do condutor pode ser regulado em altura e há um aplique cromado na iluminação interna.

Scion, Toyota Rukus será lançado na Austrália, se trata do Scion xB

Os modelos que a Toyota vende como Scion nos EUA podem muito bem ser aproveitados em outros mercados, que não tem o luxo de contar com uma marca exclusiva para seu mercado, como no caso da marca “jovem” que a Toyota mantém em solo americano.

O Toyota Rukus é um deles. Se trata do Scion xB, com algumas modificações sutis. Ele será vendido na Aitrália ainda em 2010. O Scion xB já é vendido em outros mercados com nomes diferentes. Ele pode ser encontrado como Toyota bB e Toyota Corolla Rumion no Japão.

O Toyota Rukus é definido como um veículo especificamente urbano, com estilo atraente. Ele deverá usar um motor 2.4 de 158 cavalos de potência. O gerente de marketing da Toyota Australia comenta que o Toyota Rukus será recheado com equipamentos de série.

Toyota Aygo

Depois da apresentação dos renovados Citroën C1 e Peugeot 107, só faltava a Toyota revelar o novo Aygo, o terceiro elemento da família de citadinos resultantes da parceria entre o Grupo PSA e a Toyota.


À semelhança dos irmãos 107 e C1, o renovado Aygo recebe pequenas alterações, nomeadamente a nível estético e no equipamento de série. Exteriormente, as novidades surgem no pára-choques dianteiro, mais proeminente e os grupos ópticos dianteiros e traseiros com novo desenho. As jantes de liga leve e os tampões, foram redesenhados.

No interior, as saídas da ventilação e o contorno do velocímetro na cor da carroçaria são as alterações mais evidentes.

A nível mecânico, de salientar apenas que a motorização a gasolina de 1 litro, com 68 cavalos, viu reduzidas as emissões de CO2 de 109 para 106 g/km

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Toyota Yaris

A grande novidade do Toyota Yaris é a introdução de um novo motor a gasolina de 1,3 litros com 101 cavalos de potência, que graças a um sistema Stop&Start e uma caixa manual de seis velocidades, anuncia consumos de apenas 5,1 litros aos 100 km/h e emissões de CO2 de 121 g/km.

As restantes motorizações - 1.0 de 69 cavalos a gasolina e o diesel 1.4 D-4D -, foram igualmente alvo de melhorias com vista a reduzir consumos e emissões poluentes, com a motorização diesel a anunciar consumos médios de 4,1 litros.

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Por fora, os pára-choques, jantes e grupos ópticos apresentam um novo desenho. No interior, o painel de instrumentos foi redesenhado, abandonando de vez a instrumentação digital. A acrescentar às alterações, o novo Yaris recebe uma nova gama de sistemas de som e de navegação, com novos comandos no volante.

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OS FREIOS DA TOYOTA HILUX

AUTORIZADAS RECOMENDAM QUE DONOS NÃO USEM FREIOS EM EXCESSO

Imagine a surpresa de quem precisa trocar um disco de freio em menos de 10 000 km. Esse tem sido o caso de alguns proprietários da picape Hilux e da Hilux SW4, que têm sofrido com o empenamento dos discos de freio, como aconteceu com o comerciante Hilário Alves de Brito, de Belo Horizonte (MG), dono de uma Hilux SRV 2005 automática. “Com 27 000 km, substituí os discos e pastilhas quatro vezes. Em uma delas, viajei com o carro logo após trocar os discos e, 1 100 km depois, estavam empenados novamente. Apenas na revisão de 10 000 km, a concessionária trocou os discos e pastilhas na garantia,” diz Hilário.

Porém nem sempre o serviço é realizado em garantia, conforme relata o empresário Antônio Elias Lopes, de Belo Horizonte (MG), proprietário de uma Hilux 2006 automática. “Com 80 000 km troquei discos e pastilhas mais de dez vezes, e em todas elas eu tive de pagar pelas peças e pela mão de obra.” A razão da troca prematura das peças seria um empenamento dos discos, causado por um superaquecimento no sistema.

Os freios da Toyota Hilux

Mas, para algumas concessionárias, a solução desse problema é até bem simples: é só pisar menos no freio. Consultamos mecânicos de cinco autorizadas de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás, que deram basicamente a resposta a seguir para evitar o problema: “Como se trata de um carro pesado e que anda bem, sempre que for necessário parar ou reduzir a velocidade lembre-se de reduzir as marchas, principalmente na picape com câmbio automático, passando da posição D para a terceira, depois segunda, até chegar à primeira. Do contrário, os discos vão aquecer além do normal e vão empenar”. No entanto, alguns donos de Hilux disseram que é possível instalar um defletor de refrigeração nos freios para minimizar esse superaquecimento. Segundo pesquisas em concessionárias Toyota, essa peça é conhecida como espelho ventilado do disco de freio, sob o código 477820K031, e cada uma custa 173 reais, levando de uma a duas horas para ser instalada. De acordo com chefes de oficina, a partir do modelo 2007 as picapes começaram a vir equipadas com o novo espelho para resolver o problema.

Entretanto, segundo o advogado Vicente Borges da Silva Neto, de São Paulo (SP), isso não resolveu o defeito nos freios de sua SRV 2008. “Minha picape empenou os discos três vezes antes de terminar a garantia. Agora comprei uma SRV 2009 manual e sei que os problemas continuarão, pois o sistema de freios é o mesmo. E o pior é que sempre me orientam a reduzir as marchas antes de utilizar o freio porque os discos não suportam o peso”, diz Vicente.


O POVO RECLAMA

“Na Toyota recomendaram primeiro eu reduzir as marchas da minha picape 2008 manual e depois utilizar os freios, nunca o contrário.”
Vicente Borges, advogado, São Paulo (SP), dono de uma SRV 2008 manual

“Precisei trocar 15 vezes o disco em 110 000 km, algumas vezes após rodar 200 km.”
Leonardo de Morais Marques, administrador, Betim (MG), dono de uma Hilux 2006 automática

Fonte: Revista Quatro Rodas

TOYOTA COROLLA XEI X HONDA CIVIC LXL

REFORÇADO EM CONFORTO, EQUIPAMENTOS E ECONOMIA, O CIVIC 2010 ENCARA O COROLLA, LÍDER DO MERCADO

Em janeiro e fevereiro, deu Honda Civic. Em março e abril, Toyota Corolla. O Civic deu o troco em maio e junho, mas em julho o Corolla assumiu a liderança do mercado de sedãs médios e não largou mais, fechando 2009 com 54 599 carros emplacados, ante 50 200 do Civic – uma vantagem de 4 399 unidades. O Corolla também passou à frente do Civic, pela primeira vez, em nossa pesquisa de satisfação do proprietário, Os Eleitos. Sucesso de público e crítica desde que foi lançado, em 2006, o Civic precisava mudar. E ele mudou bastante na linha 2010. Mas será que mudou o suficiente? Para responder, só mesmo um confronto com o Corolla XEi para medir forças.


O novo Civic está mais econômico, confortável e equipado. Economia e conforto vieram com a troca da direção hidráulica pelo sistema de assistência elétrica, emprestada dos irmãos Fit e City. (Não é a direção elétrica do Civic Si, que é mais sofisticada e que trabalha em conjunto com os controles de tração e estabilidade.) Com o carro parado, mal se vê diferença. No cofre do motor, sumiu um reservatório de tampa verde, perto da caixa da roda direita. Assim que ligar o motor, repare na luz amarela de advertência que traz o desenho de um volante ao lado de uma exclamação. O jeito mais fácil de perceber a novidade é dirigir o carro. O Civic ficou muito mais leve no trânsito da cidade, a ponto de o volante do modelo antigo parecer emperrado. Ficou fácil de manobrar como o Corolla, que ganhou direção elétrica na nova geração, em 2008.


Motor relaxado
Com a direção elétrica, o motorista do Civic passou a fazer menos força, mas quem aproveitou para relaxar de verdade foi o motor. Livre do esforço de movimentar uma bomba de assistência hidráulica (e agora com um sistema de ar-condicionado de menor inércia), o motor passou a funcionar mais liso. A maior diferença é na hora de sair de casa, pela manhã, ao manobrar o carro ainda frio. A Honda aproveitou para baixar a rotação em marcha-lenta em 200 giros (agora varia entre 650 e 700 rpm) e reprogramou o câmbio automático para antecipar as trocas. De giro baixo, o motor ficou mais econômico. Em nosso teste de consumo urbano, o Civic 2010 conseguiu 8,5 km/l. É bem melhor que o Civic antigo (7,4 km/l), mas ainda fica atrás do Corolla (9,7 km/l).

E o Civic 2010 traz uma nova versão, a LXL,

para ocupar a grande distância de preço e equipamentos que existia entre as versões EXS e LXS. Faz isso da melhor maneira, com recheio próximo da versão mais cara e valor de tabela cerca de 2 000 reais acima da mais barata. A nova versão é mais vantajosa, e isso se reflete na previsão de vendas da Honda. A participação do LXS na linha de montagem do Civic caiu de 95% para apenas 20% – 75% são LXL.

Do EXS (de 85 610 reais), o LXL pegou o volante prateado com comando de rádio, piloto automático e borboletas de troca de marcha. A tampa do porta-malas tem abertura por controle remoto e forração, o rádio tem tweeters e os retrovisores externos têm piscas. O LXL copiou muita coisa do EXS, mas se esqueceu do básico: computador de bordo e vidros elétricos tipo um-toque para todos os passageiros.

O LXL melhora a relação custo-benefício do Civic, mas o Corolla XEi é mais recheado. Dessa dupla, só o carro da Toyota tem airbags laterais, ar-condicionado digital, retrovisores com rebatimento elétrico, vidros elétricos um-toque, computador de bordo, luzes de neblina e acendimento automático de faróis. Os itens exclusivos do Civic são bem menos importantes: tweeters, saída auxiliar de áudio e borboletas de troca de marcha. Se quiser trocar as marchas por conta própria, o dono do Corolla automático terá de correr a alavanca por um trilho sinuoso, solução dos Mercedes dos anos 80. Os dois não têm entrada USB e viva-voz por sistema Bluetooth, o que é uma pena.

Em vez de gastar dinheiro com equipamentos, a Honda investiu em refinamento. O Civic tem câmbio automático de cinco marchas, suspensão traseira independente e ergonomia digna de BMW. É um projeto inspiradíssimo que, quatro anos após o lançamento, não foi igualado no Brasil. Dirigir o Civic continua sendo uma experiência inspiradora e envolvente. O Corolla, ao contrário, agrada pela discrição. Seu mérito é isolar os passageiros do mundo externo, deixando a viagem mais tranquila. Há mais espaço no porta-malas e o motorista dirige em posição mais alta, melhor para apreciar a paisagem.

Se você dirigiu os dois carros e ainda está em dúvida, leve o Corolla. É a escolha racional. É mais equipado, mais recente e mais espaçoso. Porém, se você andar no Civic e ficar apaixonado, a gente vai entender perfeitamente.



COROLLA

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Direção elétrica bem leve na cidade e firme na estrada. A suspensão é ótima em filtrar as rugas do asfalto.
★★★★

MOTOR E CÂMBIO
O motor é muito bem afinado, a ponto de compensar a caixa de câmbio tradicional e obter números de desempenho iguais aos do Civic, com consumo melhor.
★★★★

CARROCERIA
Mesmo com os reforços estruturais necessários para eliminar o túnel central da carroceria, o Corolla continua sendo um carro leve.
★★★★

VIDA A BORDO
Faltam ao rádio viva-voz Bluetooth e entradas auxiliares. O Corolla roda macio e em silêncio.
★★★★

SEGURANÇA
Airbag lateral é item de série, além dos habituais ABS, EBD e airbag duplo.
★★★★

SEU BOLSO
É líder de vendas, bem equipado e campeão em satisfação do consumidor.
★★★★



CIVIC

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A assistência elétrica deu leveza ao volante, no uso urbano, mantendo a habitual firmeza em alta velocidade – importante numa direção de reações tão rápidas. Suspensão e freios são os mais bem afinados do mercado.
★★★★

MOTOR E CÂMBIO
Liberado da tarefa de alimentar a bomba de direção hidráulica, o motor ficou mais uniforme – sobretudo nas manhãs frias, com álcool. O consumo melhorou, mas ainda fica atrás do Corolla – que, no papel, tem conjunto inferior.
★★★★

CARROCERIA
Vai ser difícil a próxima geração (que não tarda a chegar) conseguir igual combinação de arrojo e aceitação do público. Mas será fácil ter um porta-malas maior.
★★★★

VIDA A BORDO
O futurismo da cabine não é estilismo gratuito: o Civic traz soluções (como o freio de mão em forma de “Z” ou o painel de dois andares, com velocímetro no campo de visão do motorista) que facilitam o uso.
★★★★

SEGURANÇA
Não tem o airbag lateral presente no Corolla XEi, mas é um carro mais fácil de controlar.
★★★★

SEU BOLSO
A versão LXL é uma injeção de custo-benefício num carro que ainda é muito competitivo, mas já viveu seu auge no mercado.
★★★★



VEREDICTO

O novo Civic evolui em conforto, equipamentos e economia de combustível – ou seja, traz para si as qualidades que hoje fazem o sucesso do Corolla. Mas não mudou a ponto de redefinir os papéis: Civic é para quem gosta de dirigir e Corolla, para quem prioriza conforto e segurança. São os melhores sedãs do mercado em emoção e razão.

TOYOTA RAV4

LEVES MUDANÇAS DE ESTILO DEIXAM O SUV PRONTO PARA ENCARAR A CONCORRÊNCIA


Entre lançamentos e reestilizações, uma das atrações mais discretas da Toyota é o utilitário esportivo RAV4.



O modelo passou por uma leve reestilização, que deu ares de automóvel ao SUV. A dianteira ganhou novas linhas e ficou mais parecida com os outros carros da marca. O visual, inclusive, lembra muito o Auris, outra novidade da Toyota presente no evento.



Por dentro, o acabamento foi refinado. Uma tela de LCD instalada no console central exibe as informações do sistema de navegação por satélite e os bancos podem ser rebatidos facilmente, como em uma minivan.



As novas rodas são as mudanças mais perceptíveis na lateral, que conserva o mesmo visual de seu antecessor. O RAV4 será vendido com tração dianteira ou integral nas quatro rodas e com opções de motorização a gasolina ou a diesel.

TOYOTA VERSO

BASEADA NO SEDÃ COROLLA, MINIVAN DE SETE LUGARES


Em alguns países - como o Brasil - a Toyota ganhou fama por seus sedãs, confortáveis e com uma boa relação custo/benefício. Disposta a estender seus predicados para outros segmentos, a marca apresenta uma novidade para o segmento de minivans.


Concebida sob a plataforma do Corolla, o Verso foi criado para atender às famílias mais numerosas. Os sete lugares modulares, que podem ser rebatidos facilmente, se destacam no modelo, que segue a tendência de design adotada pela montadora nos últimos lançamentos.


Sem exageros ou ousadias, o carro possui traços em comum com o Camry - como na grade dianteira - e o compacto Yaris, além do próprio Corolla. Na lateral, um vinco que se inicia no teto percorre toda a parte inferior das portas, terminando apenas no para-lama dianteiro.


Na Europa, a marca informa que o Verso será oferecido com duas opções de motorização - 1.6 e 1.8 - a gasolina e outras duas a gasolina (2.0 D-4D e 2.2 D-CAT), podendo contar com uma transmissão manual de seis velocidades ou uma caixa seqüencial, chamada de Multidrive.


Toyota confirma nova fábrica em SP

Planta será responsável pela fabricação de carro compacto

A Toyota anunciou nesta quinta-feira, 15/07/10, que vai construir uma nova fábrica no Brasil, na cidade de Sorocaba, a 90 quilômetros de São Paulo. A planta será responsável pela produção de um carro compacto, que provavelmente será o Etios, modelo que foi apresentado na última edição do Salão de Nova Déli, na Índia.

A fábrica de Sorocaba será a terceira planta da Toyota no país. As obras vão começar em setembro de 2010 e a produção do novo modelo será iniciada no segundo semestre de 2012. A previsão inicial é que 70 mil veículos sejam produzidos por ano no local.

De acordo com a montadora, o investimento previsto para a construção da fábrica é de 600 milhões de dólares e cerca de 1.500 pessoas serão gerados pela montadora. A Toyota revelou ainda que estuda a exportação do modelo que será feito no país.

Toyota Yaris 2010 recebe pequenas atualizações

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O Toyota Yaris 2010 acaba de receber algumas modificações. Ele é o carro mais vendido da Toyota na Europa, com mais de 2 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento, e com isso, não sai muito da receita de sucesso.

Ele ganhou apenas novos parachoques, detalhes diferentes nas lanternas traseiras, novas rodas e duas novas cores. Por dentro, ele conta com novos instrumentos e ar-condicionado de série. Seus motores foram atualizados, para ficarem mais eficientes e menos poluentes.

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São dois gasolina, 1.0 e 1.3, e um diesel 1.4. O gasolina 1.3 recebe sistema start/stop e o diesel usa agora piezo injetores.

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Toyota Hybrid Sienna


As montadoras japonesas têm uma vantagem grande na tecnologia híbrida. Eles fizeram um compromisso sério para híbridos no início de 1990, e começou a lançar veículos híbridos para os consumidores japoneses em 1997. O segundo híbrido lançado no mercado japonês (após o Prius) foi a Toyota Estima Hybrid Minivan. É lançado no Japão em 2001, como o primeiro disco híbrido produzido em massa nas quatro rodas. Um artigo sobre o início Estima Hybrid mencionou um preço de venda de US $ 27.000.


As características principais dos japoneses Toyota Sienna Hybrid Minivan é:

  • Os japoneses Estima Hybrid usa um motor de 2,4 litro, de quatro cilindros. Os E.U. Sienna sistema híbrido será provavelmente semelhante à que está sendo utilizado em Highlander deste ano e Lexus Hybrid SUVs. Nos SUVs, o motor a gasolina, transmissão CVT e motor elétrico combo vai entregar até 270 hp total de 0 speedy - 60 de aceleração em 8 segundos. A Estima pode ser um pouco mais lento.
  • Um sistema de tração nas quatro rodas, apelidado de "E-Four", que regulamenta um montado na traseira, rodas traseiras propulsão do motor elétrico e coordena a distribuição de energia elétrica para todas as quatro rodas.
  • BCE (controlado eletronicamente sistema de freio) para eficiente rodas por rodas de controle de freio e uma melhor gestão do sistema de freio do veículo regenerativa.
  • 1500 watts de potência 100 volts auxiliares disponíveis via tomadas eléctricas, o suficiente para ligar secadores de cabelo, laptops ou fornos de microondas.
  • Um projeto do corpo altamente aerodinâmico, isolada do telhado, e um "intuitivo", sensoriamento de umidade sistema de ar condicionado, todos concebidos para ajudar a diminuir o consumo de combustível.
  • números de economia de combustível orientadas para cerca de 40 mpg, e baixas emissões (a primeira minivan para atender aos níveis rigorosos estabelecidos pelo Ministério do Meio Ambiente japonês).