
Chevrolet Spin terá preços a partir de 42.000 reais e Sonic ficará entre 50.000 e 62.000 reais – confira impressões ao dirigir

Volt é eleito Carro do Ano nos EUA

Crash test Chevrolet Meriva
Por meio de testes de colisão, o NCAP avalia o nível de segurança oferecido pelo automóvel. Os carros sofreram colisão frontal a 64 km/h contra um obstáculo deformável (que simula outro automóvel). Nos bancos dianteiros, dois manequins adultos simularam motorista e passageiro. No banco de trás, mais dois bonecos simularam uma criança de 18 meses; e outra, de três anos, ambas com equipamentos de segurança (a popular cadeirinha). Para registrar todos os choques, os manequins são equipados com sensores. Outras seis câmeras e 10 máquinas fotográficas ajudam a coletar informações sobre as colisões.
RESULTADO – NCAP
Ocupante Adulto
No impacto frontal, tanto a cabeça do condutor como a do passageiro foram bem protegidas pelo sistema de retenção. Havia estruturas na área do painel que poderiam expor a risco os ocupantes, se houvesse o impacto dos joelhos. A proteção para as pernas apresentou risco médio. Durante o impacto, a tampa da mala abriu, apresentando risco de ejeção de ocupantes. De acordo com informações do fabricante, a maioria dos Merivas vendidos na América do Sul não está equipada com airbags. A Latin NCAP selecionou este veículo sem se basear em uma referência de mercado, apenas para compará-la com o Meriva europeu já testado pela EuroNCAP.
Ocupante criança
A cadeirinha para criança de 3 anos foi incapaz de impedir o avanço excessivo durante o impacto. Mesmo com um grande deslocamento da cabeça do manequim, não houve o contato com o encosto do motorista – o que é muito importante. As instruções de instalação para as duas cadeirinhas testadas mostraram-se insuficientes, e não permanentemente conectados ao banco. O veículo não deu quaisquer avisos quanto aos perigos associados com a instalação de uma cadeira de criança voltada para trás no banco do passageiro da frente, com um airbag ativo.
Opel Corsa, provavelmente dará origem ao novo Astra

Leitor avalia seu Captiva 2.4 16V Ecotec

Pontos positivos:
- Confortável. “O espaço interno agrada muito, o volante também é muito leve, torna o carro mais macio. Quanto a dirigibilidade, só tenho a elogiar”.
- Design. “Quando optei por um utilitário, vi muitos com o design já defasado. Nesse ponto, acho que o Captiva é o mais moderno. Passa um status acima do preço que ele realmente custa.
- Altura. “Por ser um utilitário, acho a altura muito bacana. É o primeiro que tenho, tenho uma boa visão do trânsito, além de enfrentar com um pouco mais de tranqüilidade esta época de chuva em São Paulo”.
Pontos negativos:
- Consumo. “Um motor que anda bem, naturalmente bebe muito. Mas acredito que este 2.4 poderia ser um pouco mais econômico, fazer jus a sigla ‘Eco’”.
- Falta sensor de estacionamento. “Por um carro deste porte e preço, não custava adicionar um simples sensor de R$ 300. É um carro difícil de manobrar”.
- Barulhos no acabamento. “Quase um ano após a compra, o acabamento interno está cheio de barulhos. Principalmente no painel, ouço muito baralho de plástico.
- Câmbio. “Este câmbio que chamam de seqüencial deixa a desejar. Parece que torna o carro mais devagar, as respostas também são lentas”.
Chevrolet mostra Spark para surfistas
Uma das principais ligações que a marca Chevrolet tem com os jovens norte-americanos aconteceu nos anos 50 e 60, quando as vans equipadas com portas cobertas por placas de madeira faziam sucesso entre os surfistas. E foi pensando nesse momento é que o designer inglês Ian Cork, de apenas 27 anos, resolveu se inspirar para chamar a atenção da juventude que vai visitar o estande da GM no próximo Salão de Paris (França), em outubro. De quebra, Cork foi vencedor do concurso Art Spark promovido pela fabricante.

Para fazer de conta que as portas são feitas de madeira, foi aplicada uma cobertura de vinil, que combina com o suporte para pranchas na capota. Mas o carro não estaria completo se não fossem incluídos pneus do tipo faixa branca (conhecidos como “White Wall Tires” nos Estados Unidos) e rodas com desenho típico das peruas chamadas de “Woodies” pela garotada que vivia na praia ao som dos"Beach Boys".

Nova Chevrolet S10 2011
A única coisa que sabe-se sobre a nova S10 2011 é o fato de que ela chegará mesmo ao Brasil ainda este ano, como modelo do ano seguinte. Isso se deve ao fato de que a linha de produção já está avançando em tudo, já fazendo testes de pintura, que é uma das partes finais.

Nas fotos da Chevrolet S10 2011 as pessoas podem encontrar tudo o que estará de novo no modelo. A nova S10 2011 ainda não está com todas as suas informações exibidas na internet, mas sabe-se que realmente as novidades estarão mais voltadas para a parte interna e também mecânica.
O preço da nova S10 2011 também promete não ser muito alterado em relação ao que já foi encontrado no último lançamento. O carro da Chevrolet está realmente sendo visto como um grande sucesso futuro para a empresa, que está procurando manter o máximo de sigilo sobre o modelo.
Chevrolet Aveo 2011 hatch e sedã são vistos no registro de patentes
As duas versões do novo compacto da Chevrolet para os EUA, foram descobertas no registro europeu de patentes, revelando as formas do novo sedã.

Em relação ao conceito apresentado em Detroit, o Novo Aveo tem apenas pára-choques, maçanetas, retrovisores e ponteira do escapamento diferenciado.

O Aveo Sedan aparenta ser ainda mais compacto que o da geração atual, ganhando duas grandes lanternas traseiras com luzes circulares.

A parte frontal é um pouco estranha com os dois enormes faróis de dupla parábola e a grade de tamanho avantajado.
Chevrolet Caprice 2011 em versão policial tem detalhes revelados
Chevrolet Cruze: um “Agile” para o mundo


FALHAS NO MOTOR DO AGILE
DONOS DO CARRO RECLAMAM DE FALHAS NO MOTOR, AO MESMO TEMPO QUE A GM FAZ ALGUMAS CORREÇÕES TÉCNICAS NO CARRO
Mal chegou às lojas, o Agile já começou a dar trabalho para seus donos. Ele desembarcou nas concessionárias no fim de outubro, mas no início do ano as reclamações e constantes atualizações técnicas fizeram com que seus donos tivessem que comparecer às oficinas autorizadas bem antes do esperado.
O problema mais comum têm sido as falhas de motor, conforme relata o empresário Luiz Paulo Masseron Perez, de Guaíba (RS), dono de um Agile LT hoje com 7 000 km. “O motor começou a apagar sempre que eu ligava o ar-condicionado, até que um dia a luz da injeção acendeu e o carro parou de vez. Na concessionária, disseram que o relé da bomba de combustível havia queimado”, diz Luiz Paulo.

Segundo os proprietários, essas ocorrências são mais comuns quando se abastece com álcool, como comprovou Carlos Henrique Carboneri, de Brasília (DF), dono de um Agile LTZ com 2 000 km. “Nos primeiros 1 000 km o motor apagou três vezes na época que eu usava álcool. Quando abasteci com gasolina, ele só falhou algumas vezes e depois estabilizou. Só resolveu mesmo quando o levei para reprogramarem o módulo da marcha-lenta”, diz Carlos. Já o médico Luiz Carlos Leal, de Nova Iguaçu (RJ), foi surpreendido com o defeito na estreia de seu Agile LTZ. “Logo após abastecer o veículo pela primeira vez, notei que o motor falhava e morria”, diz.
Entramos em contato com cinco concessionárias nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, e todas confirmaram que a GM está fazendo atualizações de motor para resolver as falhas e apagões do motor. No entanto, nesse levantamento descobrimos também que a montadora emitiu vários avisos de Inspeção Técnica (IT) para corrigir problemas que surgiram nos primeiros veículos que chegaram às ruas, que incluíam desde a tampa do porta-malas até o marcador de combustível.
Confira a seguir as ITs que foram confirmadas por algumas autorizadas.
V2 IT 021/09: checagem do marcador de combustível. Há casos de motoristas que enchem o tanque, mas o painel continua registrando que o nível ainda está na reserva.
V2 IT 051G/09: checagem da alavanca de marcha-à-ré, apenas para os modelos LTZ. O botão de acionamento pode quebrar, impedindo que a ré seja engatada.
V2 IT 061G/09: checagem da borracha do portamalas. Alguns proprietários se queixam de que a tampa faz um barulho muito alto ao ser fechada.
V2 IT 062G/09: retrabalho do painel (até o chassi AR 149057). Todo o painel se apaga repentinamente, deixando apenas a letra F acesa no computador de bordo.
V2 IT 066GA/09: reprogramação do módulo da marcha-lenta. Para reduzir as falhas de motor apontadas acima.
O POVO RECLAMA
“Um dia o motor apagou no meio de uma curva, o freio e a direção endureceram e eu quase subi no meio-fio.”
Rogério Magno Barroso, médico veterinário, Colatina (ES)
“Optamos por reprogramar o módulo dos três casos de falhas de motor que recebemos. O problema desapareceu.”
Mecânico de uma autorizada de Niterói (RJ)
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Chevrolet apresenta versão minivan do Volt

Segundo informações do site Auto Express, a minivan de cinco lugares é equipada com baterias de íon lítio em forma de T que ficam abaixo do piso, que dão uma autonomia de 52 km para o veículo. Com o motor a combustão, a minivan tem autonomia de 482 km.
O motor 1.4 não conduz diretamente as rodas, mas ajuda a manter o carro em movimento gerando energia para as baterias. O motor elétrico é encarregado de impulsionar o veículo,q eu tem tração dianteira.

Com 4,5 metros de comprimento e 2,6 metros de distância entre eixos, o porta-malas da minivan tem capacidade para levar 863 litros ou 1764 com os bancos rebatidos.
Com 150 cv de potência, o Volt MPV5 tem velocidade máxima de 160 km/h e precisa de 4 horas de carga em uma tomada de 240V.
GM Volt chega às lojas em outubro nos EUA

A GM confirma a chegada do modelo elétrico Volt às lojas em outubro, primeiramente em dois estados: Texas e Nova York, escolhidos por causa das diferenças tanto em relação ao clima quanto ao uso do carro, o que será útil para conseguir mais informações sobre como a novidade se comporta no dia a dia em situações reais.

Os dois próximos estados que terão o Volt serão New Jersey e Connecticut. Apenas no prazo entre 12 e 28 meses é que o carro vai estar presente nos 46 estados norte-americanos, segundo o presidente mundial da GM, Ed Whitacre, que ainda disse que a produção ficará em 10 mil exemplares em 2011 atingindo 30 mil no ano seguinte.

BARULHOS NA SUSPENSÃO DA CAPTIVA
PROPRIETÁRIOS DO UTILITÁRIO DA GM TAMBÉM RECLAMAM DA FALTA DE PEÇAS
Apesar do pouco tempo de mercado (ele foi lançado em setembro de 2008), o Captiva já vem preocupando seus donos com dois problemas: a falta de peças de reposição e um incômodo ruído que vem da parte inferior do veículo. “Desde que comprei meu Captiva V6 2009, convivo com uma batida seca que parece ser algo solto na suspensão. A concessionária disse que o problema existe, mas nem a GM sabe o que fazer. Só dizem que estão pesquisando para achar a solução”, diz o gerente de vendas João Luis Garcia, de São Paulo (SP).
Pior que o caso de Garcia é o daqueles que sofrem com os dois problemas, geralmente porque a concessionária, na tentativa de eliminar os ruídos, acaba trocando peças que obrigam o dono do carro a ficar longos períodos sem o veículo. “Uma semana após comprar o carro começaram os barulhos. Ele ficou 24 dias na autorizada para colocar um novo conjunto de direção”, diz a diretora financeira Cynthia Hosken Imbelloni, de Carangola (MG), dona de um Captiva V6 2009. “Só que o barulho voltou. Disseram que vinha da roda e que trocariam a pinça de freio, que levou mais uma semana para chegar. Agora o barulho voltou e devo trocar por outra pinça. Ou seja, o carro está com 11 000 km e oito meses de uso e já foi seis vezes para três concessionárias diferentes, sem solução.” Além de freios e direção, há ainda relatos de substituição de amortecedores como uma opção para acabar com o barulho persistente.

A falta de peças atinge até aquelas que deveriam estar em qualquer estoque de concessionária, como um simples filtro de óleo, como descobriu o engenheiro Antônio Cláudio Martins de Abreu, de Mogi das Cruzes (SP). “Óleo e filtro têm de ser substituídos aos 5 000 km. Quando fui trocá-los, a autorizada não tinha o filtro e mandou que eu trocasse a peça aos 10 000 km.” Por isso, alguns consumidores estão recorrendo ao mercado paralelo. “Já teve dono de Captiva que me ligou perguntando onde ele poderia encontrar o filtro de óleo, pois procurou em diversas concessionárias e não encontrou”, diz Luiz Paulo Fernandes, vendedor da BHZ, loja especializada em peças Chevrolet de Belo Horizonte (MG).
O POVO RECLAMA
“Esperei 20 dias para chegarem as peças e quando me entregaram o carro havia um furo no painel, que tive de esperar mais 40 dias para ser trocado. Agora aguardo há três meses pela troca do banco, que o mecânico manchou.”
Jorge Jerry Bustamante, médico, Caxias do Sul (RS)
“Esse barulho é um problema de todos os Captiva. Troquei a caixa de direção de um Captiva Ecotec na semana passada.
Atendente de uma concessionária de Belo Horizonte (MG)
Fonte: Revista Quatro Rodas
Chevrolet HHR
O segmento dos familiares compactos conta, desde já, com uma nova proposta. Trata-se do ousado e irreverente HHR (abreviatura de «Heritage High Roof»), da Chevrolet, que no mercado norte-americano, é já um sucesso: desde o seu lançamento (Julho de 2005), foram vendidas mais de 250 mil unidades.

Exibindo um visual retro, que só encontra paralelo no Chrysler PT Cruiser, o HHR inspirou-se no mítico Chevrolet Suburban de 1949, do qual herda a elevada linha do tejadilho, o portão traseiro e os guarda-lamas. O HHR dá continuidade à tradição da marca e torna-se, ao mesmo tempo, no primeiro modelo da actual gama europeia da Chevrolet a ser produzido do outro lado do Atlântico.
O interior segue o arrojo adoptado no exterior, graças às inserções cromadas e aos mostradores circulares. A habitabilidade é ampla, com o bagageiro a anunciar um volume que oscila entre os 638 e os 1634 litros, em função do rebatimento do banco traseiro. Arrumação também não falta, destacando-se a bolsa para mapas nas costas do banco do condutor e o compartimento com chave na parte superior da consola central, dotado de um revestimento removível e lavável.
Na Europa, o HHR será comercializado exclusivamente na versão de topo: a LT. Do equipamento de série, fazem parte ar condicionado, bancos em pele com aquecimento, banco do condutor com regulação eléctrica, cruise control, faróis de nevoeiro, fecho central com comando, quatro vidros eléctricos, volante em pele com comandos do rádio e rádio CD com entrada auxiliar de acessórios mp3, só para citar alguns itens.
Equipado com o motor 2.4 a gasolina de 170 cv, que tem acoplada uma caixa manual de cinco velocidades (em alternativa está disponível, por 1750 euros, uma automática de quatro relações), chassis de afinação desportiva e pneus de medida 215/50R17, o HHR anuncia uma velocidade máxima de 180 km/h, afirma cumprir os 0-100 km/h em 9,1 segundos e reclama um consumo médio de 8,6 l/100 km, valores que dizem respeito à versão com caixa manual.
Celta é o carro que perde menos valor no Brasil

A versão Life do Celta, a básica, perde um pouco mais do seu valor. Logo depois vem o Mille, o Palio ELX e o Novo Gol, que ficam com desvalorização entre 12% e 13% ao ano.
As principais razões que levaram a baixa depreciação do Celta Spirit foram o grande volume de vendas e bom giro de mercado que o compacto gaúcho tem.
NISSAN GRAND LIVINA X CHEVROLET ZAFIRA
ENTRE AS MINIVANS NACIONAIS, SÓ ELAS LEVAM SETE PASSAGEIROS
Uma brisa refrescante sopra em meio à calmaria do segmento das minivans. Com a chegada da Nissan Grand Livina, a Chevrolet Zafira passa a dividir espaço nessa zona de conforto tão pouco concorrida, a dos monovolumes com capacidade para levar até sete passageiros. Adeus, vida mansa, a batalha vai começar.
Bonita, a Grand Livina não chega a ser. Simpática, talvez. Ela é o tipo de veículo do qual se gosta somente depois que se conhece melhor. Pela posição de dirigir, a boa visibilidade, a maciez ao rodar e a facilidade de manobrar, ela me lembra o Honda Fit, que tenho como um carro amigável, bom de conviver.
Este foi meu primeiro contato com uma minivan da família Livina fabricada no Brasil – ainda não dirigi a de cinco lugares. Mas já havia dirigido as duas Livina em um evento em Portugal, e fiquei com a sensação de que elas, pela aparente fragilidade, estranhariam nossas estradas. A boa surpresa é que deu para notar um forte trabalho de adaptação antes de trazer o carro para o Brasil. Segundo o gerente de planejamento de produto da Nissan, Anderson Suzuki, a Grand Livina foi praticamente reconstruída. Além de motor e câmbio diferentes dos que avaliei na Europa, todas as partes estruturais de carroceria e suspensão foram refeitas para ficarem mais robustas e resistentes.

A principal qualidade da Grand Livina é a flexibilidade, não só pelo motor flex (que é produzido no México e recebe a central eletrônica feita aqui pela Bosch), mas também pela cabine, que, pela movimentação dos bancos, pode assumir 64 configurações diferentes, de acordo com a fábrica. A Grand Livina é equipada com o mesmo 1.8 da Livina, de 126 cv, e pode oferecer vaga para sete, cinco ou dois lugares e espaço para bagagem de 127 a 964 litros. Além disso, os assentos da segunda fileira são bipartidos, rebatíveis, reclináveis e ajustáveis em distância.
A Zafira, por sua vez, é uma veterana de guerra. Foi lançada em 2001 e reestilizada em 2004. Mas seu design, de linhas simples e objetivas, ajudou o tempo a passar sem que vincos se tornassem rugas. Ao volante, ela também continua a mesma, embora seu acabamento tenha sido discretamente empobrecido, ao longo do tempo, com a troca de materiais.
No que se refere à versatilidade, a Zafira também é flex. Acabou de ganhar a nova versão do 2.0, que chegou primeiro ao Vectra, de 140 cv, e tem três fileiras de bancos, com os da segunda fileira bipartidos, rebatíveis, reclináveis e ajustáveis em distância. Na hora de contar as diferentes configurações internas, a GM foi mais modesta que a Nissan, no entanto. Parou em 28 combinações possíveis – sendo que a capacidade do porta-malas pode variar de 150 a 1 030 litros.
Na prática, a Grand Livina tem bancos mais fáceis de movimentar. Para rebater os assentos da segunda fileira da Grand Livina, basta puxar uma alça, enquanto a mesma operação na Zafira requer o acionamento de duas alavancas. Mas a Zafira oferece mais espaço na terceira fileira (na Livina, os joelhos de um adulto ficam em posição bem mais alta que o quadril).
Na pista, apesar de ter menos potência e torque, a Grand Livina contou com o fato de ser mais leve e ter câmbio mais curto. Superou a Zafira em todas as provas. No 0 a 100 km/h, foi quase 2 segundos mais rápida, com 11,5 segundos, enquanto a Zafira fez 13,4 segundos. Nas retomadas, de 60 a 100 km/h, por exemplo, a Nissan fez 6,5 segundos, contra 8 segundos da Chevrolet. E ser rápido, nesse caso, mais que performance, significa segurança. Em uma subida de serra, carregada, a Grand Livina tem mais chance de fazer uma ultrapassagem mais segura. No consumo também deu Nissan. Apesar de andar mais, ela gastou menos combustível. Ela ficou com as médias de 6,9 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada. E a Zafira conseguiu 6,3 e 8,5 km/l, respectivamente. Até nas medições de nível de ruído a Grand Livina se saiu melhor.
A Grand Livina é apresentada em quatro versões, resultantes da combinação de dois padrões de acabamento (básico e SL) e dois câmbios (manual e automática). A unidade que você vê aqui é a topo-de-linha SL automática. Os preços vão de 54 890 a 65 390 reais. A SL automática conta com ar-condicionado digital, bancos de couro, duplo airbag, ABS, faróis de neblina, sistema de som com entrada auxiliar, rodas de liga leve e dispositivo i-Key que dispensa o uso da chave para abertura de portas e partida do motor.
A Zafira tem oito opções: quatro acabamentos (Comfort, Expression, Elegance e Elite) e dois câmbios. A unidade vista aqui é a Expression, com preço mais próximo da Grand Livina SL. Na versão automática, a Zafira Expression custa 66 647 reais. Entre os itens de série, ar digital, bancos de tecido, duplo airbag, ABS, preparação para som, rodas de aço, abertura de portas por radiofrequência, faróis com regulagem elétrica de altura e piloto automático.
Mesmo com a prometida ampliação da rede, dos atuais 68 pontos para 83, até o fim do ano, a Nissan ainda ficará bem atrás da Chevrolet, com 559. Mas a Nissan compensa com três anos de garantia, enquanto a Chevrolet dá só um ano ou 10 000 km, o que vier primeiro. Pelo rendimento na pista, que se traduz em manobras mais seguras e economia de combustível, pelo conforto ao rodar e pela garantia mais longa, a Grand Livina leva a melhor neste comparativo.
GRAND LIVINA
R$ 65390

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A Nissan é mais dócil e fácil de manobrar. Sua suspensão é macia. Tem direção elétrica. Freou praticamente nos mesmos espaços que a rival.
★★★★
MOTOR E CÂMBIO
O motor tem cabeçote multiválvulas. O câmbio conta com overdrive, para a quarta marcha, que ajuda a economizar combustível na estrada.
★★★★
CARROCERIA
O design não encanta, mas tem ares de novidade. Sua estrutura foi reforçada para resistir às solicitações das ruas.
★★★★
VIDA A BORDO
Bancos de couro e detalhes metalizados no painel criam uma atmosfera mais sofisticada a bordo.
★★★★
SEGURANÇA
Tem duplo airbag e ABS com EBD e BAS.
★★★★
SEU BOLSO
A rede Nissan é pequena, mas, em compensação, a Grand Livina tem três anos de garantia.
★★★★
ZAFIRA
R$ 66647

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A Zafira tem um comportamento firme, com a direção mais pesada e a suspensão dura. Tem freio a disco nas quatro rodas.
★★★
MOTOR E CÂMBIO
O motor é dos anos 80, teve aperfeiçoamentos para ficar mais limpo. O câmbio tem modo Sport.
★★★★
CARROCERIA
O estilo não é novo, mas ainda não dá sinais de cansaço. Bancos mais pesados exigem esforço para serem movimentados.
★★★
VIDA A BORDO
A versão Advantage é bem equipada mas tem acabamento com materiais mais simples.
★★★
SEGURANÇA
Tem duplo airbag e ABS com EBD.
★★★★
SEU BOLSO
A rede Chevrolet é um diferencial. Mas a garantia de um ano ou 10 000 km é curta.
★★★★
VEREDICTO
A Grand Livina é um projeto mais novo que roda com mais suavidade, tem desempenho superior e que transmite mais segurança. Também é mais econômica e traz equipamentos exclusivos, em relação à Zafira, como freio auxiliar BAS, direção com assistência elétrica, rodas de liga leve e CD player. E ainda tem três anos de garantia.


Fonte: Revista Quatro Rodas
CHEVROLET ASTRA
VETERANO NO BRASIL, MÉDIO PASSA A SER VENDIDO EM VERSÃO ÚNICA E RECHEADO DE ITENS

O modelo não apresenta grandes novidades. A maior delas está na motorização, que passa a ser a mesma das famílias Vectra e Zafira. O propulsor 2.0 Flexpower ganhou um aumento de 12 cv e gera 140 cv com álcool e 133 cv se abastecido com gasolina.

O desempenho também melhorou: com álcool no tanque, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos e atinge a velocidade final de 200 km/h. Segundo os dados fornecidos pela empresa, o consumo urbano é de 7,5 km/l (álcool) e 10,5 km/l (gasolina), enquanto que em percurso rodoviário os índices são de 11 km/l (álcool) e 16,4 km/l (gasolina), sempre com câmbio manual.

Mas é na lista de equipamentos que o Astra agrada. Disposta a manter suas boas vendas, a GM apostou na relação custo/benefício e recheou o Astra com itens como ar-condicionado digital, direção hidráulica, trio elétrico e regulagem de altura dos faróis, todos oferecidos de série. Rodas de 16 polegadas (que vieram da versão SS), faróis de neblina, spoilers laterais e ponteira de escapamento completam o pacote básico, que será vendido por 44.389 reais.

Se o comprador quiser colocar airbag duplo e aerofólio traseiro, o valor sugerido sobe para 46.239 reais. Piloto automático e transmissão automática de quatro velocidades elevam o preço final para 50.240 reais. Se desejar, o cliente ainda conta com uma lista de acessórios, que vai desde sensor de estacionamento traseiro e faróis com máscara negra até uma inusitada geladeira.

Segundo a GM, a carroceria sedã será vendida apenas para frotistas, por 47.504 reais (com os mesmos itens do hatch básico e airbag duplo) e 51.505 reais, se equipado com todos os opcionais.


















































