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CITROËN C8

O filho do segundo casamento, os dois filhos do primeiro casamento da esposa, a sogra e... quem é aquele garoto? Sei lá. Alguém deve saber. Para famílias modernas em todos os sentidos, entra em cena a C8,
uma van com sete lugares e 4,7 metros (o comprimento da S10 cabine dupla) que consegue não ter cara de furgão de entregas.

"Parece um carro-conceito", diz o presidente da Citroën Brasil, Sérgio Habib, puxando a brasa para sua sardinha. Parece mesmo. O painel, com seus três relógios embaixo de um grande arco, é talvez o melhor exemplo disso. De dia, o arco chama atenção, com a luz do sol que escorre por baixo dele. De noite, brilham os relógios com iluminação esverdeada, que parecem vindos de uma loja de decoração, não de uma fábrica de carros. Os bancos também são estilosos, com seu formato cheio de quinas, em estilo origami, e estofamento de couro nobuck cru. Uma forração muito bonita, mas que pode ficar suja em um mês de férias com a criançada. Aqui começam os problemas de se ter um autêntico protótipo de rua. Ótimo de se ver, repleto de boas idéias, mas nem tão prático assim na vida real.



Algumas falhas são pura imaturidade de projeto, inexplicáveis num carro lançado em 2002. É o caso da chave de roda guardada junto do motor, que queima as mãos. Ou do freio de mão à esquerda do banco, que faz a pessoa espremer os dedos contra o porta-objetos da porta. Outro pecado está na razão de ser da C8, os cinco bancos de trás. Eles são removíveis e podem ficar agrupados, com dois assentos dobrados ocupando o lugar de um. Mas, como eles pesam 20 quilos cada, fazer a dança das cadeiras para abrir espaço no porta-malas é bem mais trabalhoso que na Zafira. Algo importante se notarmos que a C8 tem, com lotação máxima, espaço apenas para as compras da semana.



Em compensação, dá para fazer muita coisa na cabine. Reclinar os bancos, transformá-los em mesinhas... Dá até para girar os bancos da frente e fazer uma sala de estar. Aliás, um jardim de inverno, com bastante vidro ao redor. O pára-brisa tem 2,2 metros quadrados de área e o carro tem três tetos solares opcionais. Isso traz sensação de liberdade e deixa o ambiente iluminado. Para conter a claridade indesejada, a C8 tem cortinas nas janelas (o que é bom) e nos tetos solares (em lugar do forro, o que é ruim). A tela com furinhos não escurece o teto em dias de sol forte, nem absorve ruídos. O barulho da chuva batendo no vidro ou da turbulência do bagageiro de teto obriga a elevar o tom de voz.

Quanto a outra importante fonte de ruídos - os filhos -, o motorista tem motivos para ficar tranqüilo. No teto há um segundo retrovisor interno, que mostra o que acontece nos bancos de trás. Uma idéia boa, útil e barata. Temos cinto de três pontos para todos, freios ABS com BAS e EBD, mais airbag cortina para toda a lateral. E o mérito de ser a primeira van a ganhar cinco estrelas do EuroNCAP, maior autoridade européia em teste de colisão. Mesmo nas portas laterais, com motor elétrico, há cuidado com a garotada. Um mecanismo faz elas voltarem ao esbarrar em alguma coisa. Os dedos do filho arteiro podem sair machucados, mas não quebrados. Um sorvete resolve o choro.

A parte de trás é território de crianças. Os assentos são baixos e os joelhos viajam justos - mas os bancos deslizam, o que permite negociar o espaço. Mesmo os passageiros do fundão têm saídas de ar individuais, porta-copos e tomadas para o videogame. Difícil é dobrar o banco da frente para sair de lá, pois as alavancas são duras. Outro passatempo é o painel de instrumentos, que pode ser visto de qualquer dos sete lugares. Na prática, serve para a sogra controlar a sua pressa. Uma preocupação desnecessária, pois afinal a C8 não corre tanto assim.

O motor é o quatro cilindros de 2 litros e 138 cavalos de potência que empurra a Picasso, sendo que a C8 tem câmbio automático e mais 369 quilos para carregar. Em aceleração, ela fica atrás do Palio 1.3: 0 a 100 km/h em 17,5 segundos. Na cidade, você vai subir ladeiras junto com carros urbanos que custam uma lasca dos 130000 reais pedidos pela C8. Mas a transmissão é do tipo adaptativo, com Tiptronic. No começo você usa o Tip sempre com uma marcha abaixo da sugerida. Em 100 quilômetros o câmbio se acostuma com você, você se acostuma com o carro e a convivência chega a um meio-termo. Bom seria trazer o motor V6 de 3 litros vendido na Europa, mas a Citroën descarta. "O preço da C8 chegaria a 200000 reais", diz Habib. Quem quiser potência deve buscar a Grand Caravan V6, com tração traseira e 182 cavalos, por 148800 reais. E saiba que em maio chega a Peugeot 807, com desenho ligeiramente diferente e oito lugares. As duas francesas são frutos de um projeto comum dos grupos Fiat e PSA. Do lado italiano nasceram Fiat Ulysse e Lancia Phedra, que não virão para cá.

A C8 é gostosa de dirigir? Depende de sua vida pregressa. Para quem vem de uma van, este carro é equilibrado. A suspensão é convencional, nada a ver com os modernos sistemas normalmente usados pela Citroën. Funciona, pois o carro não é duro nem deixa os passageiros mareados. Se você é acostumado a sedãs, esqueça o prazer de guiar agressivamente. Acelerador e freio são menos sensíveis e a posição de dirigir induz a andar mais devagar. Os bancos da frente apóiam bem e têm regulagem elétrica (opcional) com memória, não só do assento do motorista mas também dos retrovisores.

Os enormes espelhos externos encorajam o motorista a navegar essa barca no meio do trânsito. É como levar as crianças no colo até o quarto: haja atenção para administrar os movimentos e não esbarrar em nada. A área envidraçada ajuda, mas falta um sensor de distância na frente. O bico do carro é bastante rebaixado e longo, à frente do eixo ainda vai 1,01 metro de carroceria pedindo para esbarrar em alguma pilastra. Dá vontade de adaptar aquelas antenas de pára-choque dos caminhões, que mostram onde o carro acaba.


Citroën Grand Picasso e C4 Picasso ganham face-lift




Os modelos familiares da Citroën, o C4 Picasso e Grand C4 Picasso, receberam alterações que, se não as deixaram radicais como o DS4, mas que deram uma boa atualização.



Os para-choques são novos e agora os faróis possuem LEDs diurnos.



O motor 1.6 HDi 110 FAP tem baixas emissões de poluentes, e consumo moderado de combustível, além do sistema Stop/Start.



Há o sistema e-TOUCH como opção. Ele realiza chamadas de emergência e disponibiliza o manual de manutenção virtual.

No Brasil, as familiares re-estilizadas não tem previsão de vinda - por enquanto.

Citroën C4 Pallas Flex, Video

Citroën apresenta C1 Airdream Style na Europa

Depois de recente face-lift que o aproximou do irmão maior C3, o Citroën C1 Airdream recebeu uma nova versão especial chamada de Style para atrair um público mais jovem.

A versão Style caracteriza-se externamente por apresentar retrovisores na cor cinza cetim e rodas de liga leve exclusivas em aro 14.

O principal destaque interno do C1 Style é o sistema de áudio Hi-Fi da Alpine, que traz além de conexões auxiliar, USB e Bluetooth, CD/MP3, alto-falantes com 180W e um dispositivo chamado Dock Station iPod.

O Dock Station iPod permite que se controle as funções do iPod através do sistema de áudio Alpine, inclusive com busca por titulo da musica e o menu do aparelho.

Equipado com um motor 1.0 16V de 68 cv, o Citroën C1 Airdream Style consegue emitir apenas 106 g/km de CO2, alcançando também boa media de consumo de 22,7 km/litro de gasolina.

Disponível nas versões com três ou cinco portas, o C1 Airdream Style custa para o consumidor europeu €11.430 (R$29.224) e €11.780 (R$30.119), respectivamente.


Citroën revela novo teaser do interior do Aircross

A Citroën tem uma estratégia muito bem definida do que quer com o Aircross. Tanto que tomou a iniciativa de divulgar o que quer sobre o carro.



Hoje a marca divulgou um novo teaser do interior do carro. E ele deverá ser caro, pelo que se mostra dos instrumentos do carro, pelo menos na sua versão mais cara que foi revelada.

E se de um lado ela mostra a versão aventureira de seu carro, a versão para a cidade destinada a brigar com Honda Fit e Fiat Idea.

Citroën já aceita reservas do Aircross

A Citroën divulgou pelo Twitter que já está aceitando reservas para o utilitário aventureiro Aircross pela internet.

Para se cadastrar, o interessado precisa preencher alguns dados, como nome, CPF, endereço, telefone e e-mail.



De acordo com o
site do Aircross, a equipe de vendas irá entrar em contato com os futuros proprietários.

No final de julho, a montadora iniciou a produção do veículo na planta da PSA, em Porto Real (RJ), que recebeu investimentos e modificações para a fabricação do carro.

O Aircross, que chega às concessionárias em setembro, terá o já conhecido motor 1.6 flex de 16 válvulas, que gera 113 cv com álcool.

Citroen C5

A nova geração do Citroen C5 inova pelos três volumes do sedã, o que rompe com a tradição de modelos hatch da marca francesa. Visto nas versões sedã e perua Tourer, o modelo tem desenho retilíneo com ângulos secos, bem dentro da atual estética da marca.



Já o motor é o conhecido quatro-cilindros 2.0i 16V de 143 cv e 20,4 mkgf de torque. Há vários recursos para zelar pela segurança e o conforto dos ocupantes. O sistema Hydractive 3 Plus regula a flexibilidade e o amortecimento da suspensão e atua junto com o ESP de série. Além de nove airbags, o C5 também conta com faróis direcionais de xenônio.

FICHA TÉCNICA
Motor: 4 cilindros em linha, 1997 cm³
Potência: 143 cv a 6 000 rpm
Torque: 20,4 mkgf a 6 000 rpm
Câmbio: manual de 5 velocidades, tração dianteira
Dimensões: comprimento, 478 cm; largura, 186 cm; altura, 145 cm; entreeixos, 282 cm; Peso: 1 510 kg

Citroën inicia produção do Aircross no Brasil

Modelo será lançado um mês antes do Salão do Automóvel

A Citroën começou a produção do Aircross, novo modelo aventureiro da marca que chegará às concessionárias em setembro, no país.

O modelo será produzido na planta da PSA em Porto Real (RJ), que recebeu investimentos e modificações para a fabricação do carro. De acordo com a Citroën, as áreas de chaparia, pintura e a linha de montagem foram alteradas, enquanto que outros departamentos foram criados exclusivamente para a colocação de alguns componentes do Aircross, como o estepe traseiro e as barras instaladas no teto.

O Aircross contará com o já conhecido motor 1.6 flex de 16 válvulas, que gera 113 cv com álcool e 110 cv se abastecido com gasolina. A Citroën projeta que o modelo incrementará o volume de vendas do último trimestre de 2010 em 2.500 unidades mensais. A estimativa da montadora é que a chegada do Aircross aumente em 1% a participação de mercado da marca, que hoje é de aproximadamente 2,5%.

Citroën fará expedição com Aircross

A Citroën começa a produzir o modelo com apelo aventureiro Aircross em Porto Real (RJ) num ritmo que vai atingir 2,5 mil unidades mensais a partir de outubro. O carro chegará às lojas em setembro com Ford EcoSport, Volkswagen CrossFox e Fiat Idea Adventure entre os principais concorrentes. Por causa do apelo aventureiro da novidade, a marca francesa fará uma expedição entre 9 de novembro e 10 de dezembro que vai passar por 23 cidades do Brasil.

  Divulgação

Essa iniciativa faz parte de uma ação de marketing que contará com 10 carros, cada um com duas pessoas que serão filmadas e terão uma equipe de apoio com antropólogos , chefes de cozinha, entre outros profissionais. A ideia é mostrar o espírito jovem do Aircross e as experiências durante a viagem num blog na internet, além de uma série de esportes radicais que os participantes da expedição serão convidados a praticar.

Segundo o presidente da Citroën do Brasil, Ivan Segal, o Aircrossserá vendido em três versões: GL, GLX e Exclusive, todas com motor 1.6 flex de 113 cavalos com apenas álcool no tanque e câmbio manual. Mas, no início de 2011, vai ser produzida uma versão automática.

  Divulgação

Citroën C1

Após 310 mil unidades comercializadas e três anos de vida, a Citroën actualizou o pequeno C1, conferindo-lhe uma imagem ainda mais irreverente e divertida.

Citroen C1 Photo Updated

Seguindo a actual linguagem estética da marca do «double chevron», o C1 recebe uma nova roupagem, preservando os pontos positivos que construíram o seu sucesso. A dianteira adopta um pára-choques mais envolvente destacando-se uma grelha inferior. Além disso, o citadino da marca Francesa passa a contar com novos embelezadores de rodas e duas novas cores exteriores.

A apresentação interior do C1 recebe, também, diversas alterações no que toca a revestimentos e decoração e, consoante os países, passa a ter um terceiro nível de equipamento particularmente completo. Idêntico a toda a gama, os comandos na consola central recebem um novo fundo e o acesso ao bagageiro foi melhorado com o deslizamento mais pronunciado.

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A nível mecânico não há alterações a registar. O pequeno C1 é proposto com duas motorizações: uma a gasolina de 1 litro com 68 cavalos de potência e um diesel de 1,4 litros com 55 cavalos de potência.


Citroën C3

A nova geração do utilitário C3 terá, a nível estético, uma clara inspiração no recentemente lançado C3 Picasso, que o antecipa, e maiores dimensões face ao modelo actual. A distância entre eixos irá crescer de 2,46 para 2,54 metros, resultando no aumento do comprimento em oito centímetros, ficando muito próximo dos 4 metros.

Toda a gama C3 irá contar de série com a tecnologia Stop&Start. A oferta mecânica irá ser composta pelos motores HDi de 1.4 e 1.6 litros, com potências entre os 70 e os 110 cavalos. A novidade vai para a inclusão de um novo motor 1.0 tricilindrico a gasolina, que na versão atmosférica irá debitar 70 cavalos, e na sobrealimentada uns interessantes 100 cavalos.

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Além de imagens do exterior, onde é evidente a inspiração nos últimos protótipos da marca do «double chevron» e o enorme teto panorâmico, inédito no segmento, a Citroen mostrou parte do interior, nomeadamente do painel de instrumentos e parte da consola central. As formas modernas deixam antever elevados níveis de qualidade, seguindo a filosofia iniciada com o novo C5.

SUPERAQUECIMENTO DE PEUGEOT 307 E CITROËN C4 PALLAS

DOIS MODELOS FRANCESES COM MOTOR 2.0 FALHAM E SUPERAQUECEM.

Se você tem um C4 Pallas, dê uma olhada no número de chassi. Se o 12º e 13º algarismos formarem os números 51 ou 52, você pode ter sido premiado com um problema na junta do cabeçote. Segundo proprietários e mecânicos, o primeiro lote de C4 que chegou às concessionárias Citroën, vindo da Argentina, pode apresentar falhas e superaquecimento do motor.

Entre esses premiados está o médico Alberto Mauro Anijar, de Belém (PA), proprietário de um C4 Pallas 2007. Desde que comprei o carro, ele apresenta falhas quando o motor está frio e seu consumo fica em torno de 3,5 km/l. Na concessionária perceberam que o reservatório de água do radiador estava seco. Disseram que era um problema de fábrica. Foi necessário trocar a junta do cabeçote, limpar e fazer usinagem no comando e nas válvulas, além de trocar os retentores. Ou seja, foi uma retífica disfarçada, diz o médico.

Algo semelhante ocorreu com o C4 Pallas 2007 do gerente industrial Flávio César Pereira, de Campinas (SP). Aos 10 000 quilômetros meu carro começou a apagar. Tive que levá-lo à concessionária. Lá me disseram que o motor havia fundido por defeito de montagem, o que danificou a camisa dos cilindros e o bloco do motor. Falaram que a Citroën decidiria se trocaria o bloco ou todo o motor do carro, afirma Flávio.

Enquanto os proprietários do C4 Pallas sofrem com falhas no funcionamento com o motor frio, os donos do Peugeot 307 que utiliza o mesmo motor reclamam de superaquecimento. Foi o caso do 307 Sedan do estudante Thiago Nogueira Barcelos, de Brasília (DF). Um dia, enquanto minha irmã estava com o carro num congestionamento, ela viu fumaça saindo sob o capô. A água do motor estava fervendo. Ao levá-lo para a autorizada, mostraram que o reservatório de água estava vazio. O carro já superaqueceu duas vezes, afirma o estudante.

Superaquecimento de Peugeot 307 e Citroën C4 Pallas

O motor causador de todos esses problemas é o mesmo: o 2.0 16V chamado EW10A, usado pela Citroën nos modelos C4 VTR, C4 Pallas e C5 e pela Peugeot nos 307 CC, Hatch e Sedan, além do 407. De acordo com mecânicos das oficinas autorizadas, o problema estaria nas juntas da tampa do cabeçote. Como a vedação não é bem feita, a água usada para refrigerar o motor escapa pelas juntas. Sem a água, o motor superaquece. A solução seria trocar as juntas a Peugeot substitui duas por três e a Citroën utiliza uma junta de espessura maior. Esse serviço é realizado quando os proprietários reclamam na concessionária. Quando não é trocado a tempo, o cabeçote pode até empenar.

As falhas de alimentação ocorreriam porque, quando o motor está frio, a água que está misturada ao combustível dentro dos cilindros ainda não evaporou, contaminando a gasolina. Segundo mecânicos, um conserto no motor do Peugeot 307, fora da garantia, varia de 1 600 a 2 000 reais.


O POVO RECLAMA

Em um ano meu Peugeot 307 superaqueceu seis vezes. Sempre diziam que o problema estava no cabeçote, mas nunca resolveram.
Enio Mauro Dias, administrador de empresas, Valinhos (SP), dono de um Peugeot 307

Para eu chegar ao destino, eu precisava religar o carro várias vezes, pois o motor simplesmente apagava.
Raul Ferreira Junior, radialista, Belém (PA), proprietário de um Citroën C4 Pallas

Fonte: Revista Quatro Rodas

CAIXA DE DIREÇÃO DO C3

BARULHO É A MAIOR RECLAMAÇÃO, MAS HÁ ALGUNS QUE ATÉ PERDERAM O CONTROLE DO CARRO

Entre as reclamações dos donos de Citroën C3, uma em especial tem causado preocupação: a caixa de direção. O problema mais comum é o barulho excessivo, como ocorre com o C3 GLX 1.4 2007 do analista de tecnologia Fágner de Oliveira Cerezo, de São Paulo (SP). “Com 7 000 km começaram os ruídos metálicos na dianteira. Parece até a batida de alguma peça solta. Esperei 15 dias para trocarem a caixa. Depois trocaram de novo aos 13 000, 19 000 e 23 000 km. E o defeito continua. Pensando que a caixa custa 4 700 reais, o que eu vou fazer quando a garantia acabar?”, diz Fágner.

Esse problema é um velho conhecido das autorizadas. Conversamos com chefes de oficina de concessionárias de quatro estados (Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e São Paulo) e todos disseram ter atendido diversos C3 com ruídos na caixa de direção e vibração no volante. No entanto, há uma situação menos recorrente, porém mais grave: a perda do controle por causa de enrijecimento da direção (que tem assistência elétrica), descrito às vezes pelo motorista como um “travamento” do volante.

Caixa de direção do C3

O estudante Jordão Kosma Marcílio, de Caxias do Sul (RS), conta que poderia ter se acidentado justamente por causa desse defeito na direção do seu Citroën C3 1.6 2005. “Estava na estrada quando entrei numa curva. De repente a direção endureceu, perdi o controle e invadi a outra pista.” Por sorte Jordão não se chocou com nenhum carro e acabou parando no acostamento oposto. “Depois, quando eu liguei o carro, a direção funcionou normalmente.”

E esse não é um caso único. O mesmo ocorreu três vezes com o C3 Exclusive 2006 da jornalista Viviane Zandonadi (que trabalha na revista Veja, da Editora Abril, que também publica a QUATRO RODAS). “Aos 2 500 km, fui fazer uma conversão à esquerda e a direção ficou bem mais dura. A autorizada trocou a caixa, mas aos 25 000 km a direção endureceu novamente. Encostei o carro e e, quando liguei o motor, a direção funcionou normalmente.” Mas não parou por aí. “No dia 19 de outubro, estava em um acesso para uma rodovia quando a direção ficou dura e meu C3 parou.

O carro que vinha atrás não desviou e me acertou.” O técnico em eletrônica e mecânica automotiva Valter Oliveira, dono da oficina Igcar, de São Paulo, diz que já atendeu casos como esse e explica que a direção endurece em geral por causa de uma falha que ocorre no cabo de aterramento da bateria.


O POVO FALA
“As batidas secas na caixa de direção começaram aos 1 000 km, mas a Citroën só foi trocá-la aos 9 000.”
Ivanir Mansur, arquiteta, São Paulo (SP), dona de um C3 1.6 2006

“Em toda manobra, o barulho aparece. Disseram que o conserto fica em 4 030 reais, pois precisam trocar a caixa de direção.”
Cássia Regina Caparroz, pecuarista, São José do Rio Preto (SP), dona de um C3 1.4 2006

Fonte: Revista Quatro Rodas

Citroën DS3 Racing

O novo DS3 Racing, a versão desportiva do DS3, representa o regresso da Citroën aos desportivos compactos.

Limitado a 1000 unidades, o DS3 Racing distingue-se, exteriormente, pelos diversos pormenores inspirados na competição, com destaque para os acabamentos em carbono, a ponteira de escape cromada e a assinatura específica na porta traseira.

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Para além disso, a nova proposta da Citroën estará em Genebra adornado com uma pintura bicolor, na qual a pintura cinza escura contrasta com a tonalidade laranja do tejadilho, retrovisores exteriores e maxilas dos travões. Esta tonalidade é extensiva ao interior, nomeadamente nos bancos desportivos, com a assinatura Citroën Racing nas costas.

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O motor escolhido é o 1.6 THP a gasolina, capaz de debitar uma potência máxima de 200 cavalos e um binário máximo de 275 Nm. Associado a uma caixa manual de seis velocidades, o modelo será capaz de alcançar os 100 km/h em apenas 6,8 segundos e uma velocidade máxima de 230 km/h.

Para o melhor comportamento dinâmico, a Citroën Racing introduziu novos amortecedores, alargou em 30 mm as vias dianteira e traseira e rebaixou o chassis em 15 mm.

Esta versão será também o ponto de partida para os futuros DS3 IRC e DS3 WRC que será utilizado no mundial de ralis a partir de 2011, substituindo o C4 WRC.


Citroën Survolt o elétrico em Le Mans Classic


O Citroën Survolt é um esportivo elétrico que foi apresentado no Salão de Genebra, e agora a Citroën o levou para testes no Le Mans Classic, evento reservado a carros históricos, que foi realizado no circuito francês de Le Mans.

O Survolt tem 3,85 metros de comprimento e possui dois motores elétricos que o deixam com 300 cavalos que o levam de 0 a 100 km/h em apenas 5 segundos e chegando a velocidade máxima 260 km/h.

Ele é alimentado por duas baterias Lithium-ion de 140 kg cada e uma capacidade de 31 kW que o deixam percorrer uma distância de 200 km’s apenas com uma carga.

O carro foi pilotado por Vanina Icxk, filha do ex-piloto belga de Fórmula 1 Jacky Ickx.


Citroën C3 Picasso chegará em setembro

Modelo será fabricado no RJ e terá nome diferente do usado na Europa

C3 Picasso

A Citroën apresentou a versão Solaris de seu hatch C3, mas a principal notícia do dia relacionada à marca francesa é outra: a confirmação da chegada do C3 Picasso, entre “o final de agosto e o começo de setembro”, nas palavras de Domingos Boragina, diretor comercial da fabricante.

O modelo já está em fase final de testes e será produzido na unidade da Citroën em Porto Real, no Rio de Janeiro. Com 4,08 m de comprimento e 2,54 m de espaço entre-eixos, o será C3 Picasso será equipado com o mesmo motor 1.6 16V flex do C3, que rende 113 cv de potência a 5.600 rpm e 15,8 kgfm de torque a 4.000 rpm com álcool.

C3 Picasso

O nome C3 Picasso utilizado no exterior, aliás, nem é citado pela Citroën e não será usado no Brasil. “Aqui, ele terá um nome próprio”.

C3 Picasso

Com a responsabilidade de ajudar a Citroën a aumentar sua participação no mercado de 2% para 3% até o fim de 2010, o C3 Picasso não quer chegar para ser coadjuvante. “Até o fim do ano, esperamos vender uma média mensal de 2.000 carros”, revelou Domingos Boragina.

C3 Picasso

Ostentando um desenho “quadrado” uma espécie de mistura entre monovolume e minivan, o C3 Picasso será a estrela da marca francesa no Salão do Automóvel de São Paulo de 2010, que acontecerá entre 28 de outubro a 7 de novembro. Entre os concorrentes, uma lista diversificada: o Kia Soul desponta como o principal rival, mas carros como Honda Fit e Ford EcoSport também estão na briga pelo crescente filão dos modelos que oferecem bom espaço e visual diferenciado.