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Hyundai Tucson, agora Flex, custa R$ 67 500

O Hyundai Tucson, produzido desde 2010 em Anápolis (GO), agora pode ser abastecido com etanol, gasolina ou qualquer proporção entre ambos, assim como o ix35. O modelo, equipado com motor 2.0 16v quatro-cilindros, produz 142 cavalos com gasolina e 146 com etanol @ 6000 rpm. Incluindo o câmbio automático de quatro marchas, custa a partir de R$ 67 500.




O Tucson 2013 possui central multimídia com tela colorida no console (DVD, CD, AM/FM, GPS e Bluetooth, entrada USB e Auxiliar e comandos no volante) e pode ser encontrado com pintura branca e para-choques na cor prata.

Hyundai lança Veloster em Detroit

Seguindo as novidades do Salão de Detroit de 2011, ficamos por dentro de mais um lançamento, desta vez da sul coreana Hyundai. A empresa apresentou para o mercado norte-americano o novo Veloster, veículo apresentado como protótipo em 2007 e que agora deverá ser produzido. A fabricante já havia antecipado um teaser sobre o modelo, mas ele ainda não era plenamente identificado. O Veloster terá concorrentes como o Honda CR-Z, os MINI Clubman e Cooper e o Scion tC.

Segundo a empresa, o Veloster terá um volume total de 2.981 l e pesa 965 kg. Segundo este número, o cupê compacto da Hyundai é 150 kg mais leve do que o Scion tS, por exemplo. Confiando nas medidas de seu produto, a empresa divulgou uma tabela de comparação com seus adversários de mercado, com dados de motorização, volume do interior, torque e potência. Todos esses itens podem ser conferidos na tabela ao lado.

O exterior do Veloster foi baseado em uma moto de alta performance, segundo palavras da Hyundai. Um dos detalhes que se destaca é a disposição das portas dos lados direito e esquerdo. No lado do passageiro existem duas entradas, como todo carro normal, porém, o lado do motorista só ganhou uma porta.

Para mover a novidade sul coreana, um motor 1.6 de quatro cilindros a gasolina e injeção direta será oferecido para os modelos vendidos na América do Norte. O motor entrega 138 cv de potência e 12,5 kgfm de torque a 4.850 rpm. Em conjunto com o motor, uma transmissão de 6 marchas manual é parte integrante do modelo. Também estará disponível um câmbio de dupla embreagem também com 6 marchas.


Hyundai i30 CW chega nos proximos dias

O Hyundai i30 chegou ao mercado brasileiro e rapidamente tornou-se a sensação do segmento por entregar uma extensa lista de itens de série agregada a um bom acabamento por um preço muito atrativo.

Hyundai i30 CW

O resultado foi a tomada do primeiro lugar do segmento, deixando o veterano Astra para trás. Agora, a Hyundai mira os consumidores que gostaram do carro, mas precisavam de mais espaço, e prepara para a próxima semana o início das vendas do i30 CW, a versão perua do modelo.

Hyundai i30 CW

A informação, que havia sido dada pelo jornalista Fernando Calmon, foi confirmada pelo leitor do CARPLACE, Pedro Augusto através de um revendedor da marca. Segundo o leitor, o modelo começa a chegar nas revendas a partir da semana que vem. O portal Zap também publicou uma matéria hoje (15) onde informa que o Hyundai i30 CW chegará com o mesmo nível de equipamentos da versão hatch.

Hyundai i30 CW

De acordo com o portal Zap, o i30 CW chegará na versão equipada com câmbio automático de quatro velocidades com preço inicial a partir de R$ 64 mil. Assim como o hatch, a perua entregará de série airbag duplo, ar condicionado, computador de bordo, piloto automático, faróis de neblina, freios ABS, rodas de liga leve de 17 polegadas e sistema de som com MP3/entrada para iPod com comandos no volante.

Em um segmento onde faltam opções, o único concorrente direto do i30 CW é o Renault Mégane Grand Tour, o qual tem preço sugerido de R$ 65.840.


Hyundai Azera X Ford Fusion

O antagonista natural do novo Ford Fusion V6, que você conheceu recentemente, é o Hyundai Azera. Os dois têm porte semelhante, motor V6, equipamentos em abundância e, o principal, preço de tabela abaixo dos 100 000 reais. Mecanicamente, o Fusion é mais complexo: tem câmbio automático/sequencial de seis marchas (cinco no Azera) e tração nas quatro rodas (no concorrente, é dianteira). Antes de seguirmos em frente, é preciso destacar que a diferença do “andar das carruagens” acompanha o visual externo.
O Fusion é mais esportivo; o Azera, mais executivo. Não duvide, porém, da capacidade do coreano só porque você está no novo Ford: na aceleração de 0 a 100 km/h, eles ficaram praticamente empatados, com 8,7 s para o primeiro e 8,9 s para o segundo. O equilíbrio manteve- se nas provas de retomada e de nível de ruído.

Apenas na hora de parar é que Azera (1 640 kg) e Fusion (1 650 kg) se distanciaram um pouco nos resultados, com ligeira vantagem para o coreano. O Fusion é 99 900 reais, tendo como único opcional o teto solar elétrico, por 4 000 reais.
Como a ideia é partir para cima do Azera, os descontos deverão acontecer já na chegada, afinal o coreano tem preços sugeridos de 85 800 reais (versão de entrada) e 93 900 reais (completa). Na prática, a situação é ainda mais favorável ao Hyundai: em meados de abril, as concessionárias vendiam o Azera a 69 000 e 78 000 reais.

Hyundai Azera 2011, Video

Hyundai IX35 - Avaliação Autoesporte, Video

Hyundai IX35, Video

Hyundai Genesis no Super Bowl

Marca coreana terá dois comerciais veiculados no jogo de maior audiência dos EUA


A Hyundai não está poupando esforços para promover seu sedã Genesis nos Estados Unidos. Com um custo estimado em US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 4,5 milhões), a montadora divulgará dois comerciais de 30 segundos no Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano.

.Hyundai Genesis Coupe

A decisão é considerada o maior evento esportivo dos Estados Unidos e, não por menos, cobra os preços mais altos do país para a veiculação de comerciais. Confira os dois filmes do Genesis feitos pela Hyundai, que afirma: seu novo carro é mais espaçoso que um BMW Série 7 e custa menos que um Série 3. A ver.

Este sim é o Hyundai HB, futuro compacto nacional

Para começar, o centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa próximo a Seul, na Coreia do Sul, levou de navio algumas unidades do VW Gol, Fiat Palio, Renault Sandero, Peugeot 207 e Honda Fit. Os carros feitos no Brasil estão sendo “dissecados” em estudos, e usados como referência para o desenvolvimento do HB. A meta dos coreanos é ambiciosa, como tudo que eles têm se disposto a fazer nos últimos anos: oferecer um compacto com a qualidade do Fit a preço de Gol. Os primeiros resultados apareceram no conceito ix-Metro, mostrado no Salão de Frankfurt de 2009. Na ocasião, a Hyundai limitou-se a dizer que o modelo indicava um caminho de design a ser seguido pela linha de compactos da marca, e dava ênfase à motorização híbrida do protótipo. Não era só isso: nascia ali o HB.

Meses depois, em janeiro deste ano, um executivo da Hyundai brasileira foi chamado às pressas para uma reunião a portas fechadas em Seul. Na sala de protótipos, um modelo em clay (maquete de argila e plástico) do
HB foi apresentado. Além do executivo, a Hyundai levou consumidores brasileiros para conhecer e opinar sobre o carro. À primeira vista, o HB espanta pela modernidade. “Nunca vi um carro desse segmento com design tão arrojado”, contou o executivo. Outra fonte que esteve na clínica de clientes garante que pouca coisa muda do ix-Metro para o modelo final do HB, como revelam nossas projeções. “Lembra um ix35 em escala reduzida.” Isso por causa da grade hexagonal e dos faróis espichados para cima, além das lanternas esticadas que invadem as laterais. Uma das atrações do ix-Metro, porém, vai ficar só no conceito: as portas traseiras suicidas, que abrem ao contrário. O HB tem portas com abertura comum, embora com recortes ousados. Aliás, o hatch é marcado por linhas recortadas e vincos em toda a carroceria.


Além do visual (externo e interno), o HB deverá se diferenciar pela qualidade de montagem. Nos testes com os rivais brasileiros, a Hyundai constatou diversos defeitos de produção. No meio de Gol, Palio, Sandero e 207, o Honda Fit foi obviamente escolhido como referência. Apesar disso, o HB vem para brigar com os chamados populares. “A versão básica custará cerca de R$ 30 mil”, confidenciou à Autoesporte o executivo brasileiro. Outro ponto criticado pelos engenheiros coreanos foi o comportamento dinâmico dos concorrentes. Nesse aspecto, porém, a Hyundai terá de tomar o cuidado de não enrijecer demais a suspensão do HB a ponto de sacrificar o conforto em nossos pisos maltratados. É sabido que o brasileiro não gosta de carro que “bate” nos buracos, ainda que perca um pouco de estabilidade nas curvas. Nos últimos modelos da marca testados pela Autoesporte, o i30 e o ix35, ficou claro o favorecimento da dinâmica em detrimento da maciez de rodagem.

O HB fará sua estreia mundial no Brasil. A linha de montagem de Piracicaba deve estar pronta em abril de 2012 (mês previsto para o lançamento do hatch) para dar conta da produção que deve superar 100 mil unidades/ano. Haverá duas versões logo de cara: uma mais simples, com motor 1.0 e maçanetas e retrovisores pretos; e uma mais sofisticada, com propulsor 1.6 16V e maçanetas cromadas, além dos retrovisores na cor da carroceria com piscas embutidos na peça. Os motores serão flex, com opção de câmbio manual ou automático (e não automatizado, como no Gol e Palio).

PEÇA RARA, Hyundai

CARROS DA HYUNDAI AGUARDAM CONSERTO POR ATÉ CINCO MESES DEVIDO À FALTA DE PEÇAS

A Hyundai não tem do que reclamar do mercado brasileiro. Só no último ano, as vendas somadas de Azera, Santa Fe e Tucson cresceram cerca de 60%, comparando 2009 com 2008. Lançado no segundo semestre de 2009, o hatch i30 já é o líder do segmento, à frente de Astra e Golf. Mas tamanho sucesso trouxe um problema aos proprietários de Hyundai que já dura mais de um ano: a falta de peças.

Os casos são tão frequentes que algumas companhias de seguro chegam a orientar seus clientes a deixar o veículo acidentado esperando na própria garagem, em vez de na oficina. Entre esses casos está o da empresária Lilian Marques Pires dos Santos, de Belo Horizonte (MG). Seu Tucson 2008 ficou parado por cinco meses aguardando o conserto. “Após uma colisão na dianteira, a seguradora me orientou a ficar com o carro batido em casa, pois não havia peças de reposição”, diz Lilian. “Só depois de três meses recebi autorização para ir à oficina. E lá ele ficou mais dois meses por erros na entrega das peças.”

Peça rara

Além de componentes de funilaria, peças mecânicas também estão entre as que andam em falta, como revela o agente de viagens Michael Barkoczy, de São Paulo (SP), proprietário de um Azera 2008. “Após esperar 15 dias e gastar mais de 2 500 reais com aluguel de carros, a bomba de direção hidráulica chegou. Mas a concessionária disse que minha insistência fez a peça chegar mais rápido”, diz Michael.

Casos de quase três meses de espera não são raros, como se pode descobrir em redes sociais e fóruns da internet sobre modelos da Hyundai ou pelos relatos dos 15 proprietários levantados pela QUATRO RODAS. O administrador Roni Louzada Laine, de Belo Horizonte (MG), teve de aguardar 90 dias para a oficina autorizada devolver seu Vera Cruz 2008, que teve a frente atingida por uma roda solta. “Foram 86 dias esperando as peças e quatro dias para montar e pintar. Não havia peças disponíveis em nenhuma concessionária do Brasil”, afirma Roni.

Para confirmar essas reclamações, ligamos para concessionárias de vários estados em busca das componentes como capô, farol e para-choque dianteiro. Curiosamente, todas tinham as peças. Mas descobrimos que aí se escondia uma armadilha. O proprietário de um centro automotivo de São Paulo deu o caminho das pedras: “Ligue para autorizadas diferentes e diga que quer as peças e eles dirão que têm. Depois solicite a entrega imediata e eles o mandarão aguardar. Atendi um Vera Cruz que precisava de uma bandeja de suspensão e da articulação da direção. Foram 15 dias porque aceitei um custo extra de frete, senão seriam no mínimo 25 dias”, diz.

Mais tarde, ao checarmos com as mesmas concessionárias se havia as peças para pronta entrega, a maioria dos atendentes deu praticamente a mesma resposta: para entregar na hora não havia, mas se esperássemos um pouco eles conseguiriam.



O POVO RECLAMA

“Precisaram de 33 dias para trocar o alternador do carro.”
Rogério Gonçalves, Belo Horizonte (MG), dono de um Tucson GL 2.0 2007

“Foram 30 dias pela barra de direção. Onde eu trabalho, o dono de um Santa Fe esperou três semanas por um retrovisor.”
Marinês Amélia de Campo, São Paulo (SP), dona de um i30 2009

“Esperei 40 dias por um capô e um para-choque. A oficina disse que há carros aguardando peças há mais de cinco meses.”
Daniel de Oliveira Santos, Brasília (DF), dono de um Azera 2009

Fonte: Revista Quatro Rodas

EUA: Instituto faz teste de capotagem com SUVs compactos


Tiguan foi o mais resistente; Sportage e Tucson foram os piores

O órgão responsável pela segurança nas estradas dos Estados Unidos (IIHS) divulgou, os resultados de um inédito teste de resistência do teto. Todos os carros testados são submetidos a uma pressão de até quatro vezes equivalente ao seu peso, o que o qualifica no critério “bom”.

Veículos que suportam um peso de até 3,25 vezes são classificados como “aceitáveis”, enquanto que uma pressão de 2,5 vezes é vista como “regular”. Modelos que apresentam deformação no teto com uma força menor do que 2,5 são apontados como “ruins”.

Entre os modelos testados, Honda Element, Jeep Patriot, Subaru Forester e Volkswagen Tiguan receberam a classificação “bom”.

Suzuki Grand Vitara, Chevrolet Equinox, Pontiac Torrent, Toyota RAV4, Nissan Rogue e Mitsubishi Outlander tiveram um desempenho aceitável.

Honda CR-V, Ford Escape, Mazda Tribute e Mercury Mariner ficaram com a nota “regular”.

Já os conterrâneos Kia Sportage e Hyundai Tucson – que compartilham a mesma plataforma – ficaram nas últimas colocações, com uma classificação “ruim”.

Segundo o IIHS, os sul-coreanos foram apontados como os mais frágeis, enquanto que o VW Tiguan se sagrou como o SUV mais robusto do teste.

Confira abaixo o vídeo explicativo sobre o teste e a classificação de todos os veículos testados pelo IIHS :


Hyundai já vende Azera 2011 no Brasil

Assim como fez com o novo ix35 e o Tucson fabricado no Brasil, a Hyundai já está comercializando o novo Azera 2011 em suas concessionárias.

O modelo, que é encontrado a partir de 90 mil reais, tem como principais novidades a leve reestilização dianteira, que inclui novos para-choques e uma grade dianteira redesenhada.

Além do visual, o Azera também ganhou novos itens de série, como faróis de xenônio com um filete de LEDs – que lembram um pouco os carros da Audi – e rodas de liga leve com novo desenho, além de uma luz situada no painel de instrumentos, que se acende quando o veículo é conduzindo da forma a economizar combustível.

Sob o capô, o propulsor 3.3 V6 passou por modificações, que aumentaram sua potência em 20 cv (265 cv, ante 240 cv do modelo anterior). O sedã é equipado, de série, com airbags frontais, laterais e do tipo cortina, freios com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD), ar-condicionado digital com duas zonas de regulagem de temperatura, entre outros itens.


Hyundai Azera 2011, Video

Após trazer ix35, Hyundai começa divulgação da perua i30

A Hyundai do Brasil parece ter adotado uma estratégia de lançar seus produtos sem alarde. Depois de iniciar as vendas dos modelos ix35, Tucson ‘nacional’ e Azera reestilizado, a montadora iniciou a divulgação do i30 CW, versão perua do hatchback i30 e um dos próximos lançamentos da marca por aqui.

A novidade também aparece nos anúncios publicitários do Grupo CAOA, importadora oficial da Hyundai no país. Ar-condicionado, direção hidráulica, rádio com disqueteira para seis CDs e reprodução de arquivos em MP3, entrada auxiliar para iPod, computador de bordo, freios com sistema anti-travamento (ABS) e rodas de 17 polegadas são alguns dos itens oferecidos de fábrica. A montadora afirma que bancos revestidos em couro e ar-condicionado digital serão vendidos como opcionais.

Curiosamente, a Hyundai exibe imagens da perua com o visual ‘antigo’, já que o i30 recebeu uma reestilização na Coreia do Sul recentemente. Algumas unidades do hatch e da perua com o novo visual já foram flagradas em estradas brasileiras, o que revelaria a intenção da Hyundai em vender os modelos atualizados no país.

De acordo com algumas concessionárias da marca, o i30 CW custará até 5 mil reais a mais do que o hatch, ficando em uma faixa de preço entre 60 mil e 80 mil reais, aproximadamente. O modelo deve ser equipado com o mesmo motor 2.0 de quatro cilindros e 16 válvulas, que desenvolve 145 cv de potência.

Hyundai revela versão de 3 portas do i20

Hatch da marca coreana estreia no Salão de Genebra com a sigla STC

O i20, aposta da Hyundai no segmento de hatchs compactos premium, foi apresentado no Salão de Genebra na versão 3 portas STC, sigla agregada ao nome do veículo para designar a nova variante de carroceria. Para não perder tempo, a montadora sul-coreana mostrou as primeiras imagens oficiais do veículo.

Além da ausência das portas de acesso à segunda fileira de bancos, o i20 STC se diferencia da versão 4 portas pelo redesenho dos acessos, o que deixou o carro com visual mais esportivo e jovial. No mercado europeu, no qual o veículo estreou neste primeiro semestre, o modelo e oferecido em três níveis de acabamento e quatro opções de motor, que vão de versões a gasolina e diesel com potências que variam entre 115 cv e 128 cv. Todos os propulsores são acoplados a uma transmissão manual de 6 marchas.

A lista de equipamentos inclui controle eletrônico de estabilidade (ESP), ar-condicionado digital, CD Player com MP3, rodas de alumínio de 16″, sensor de estacionamento, entre outros. Ainda não foram divulgados valores do modelo, que tem chegada ao Brasil prevista para 2011. A partir desse ano, o i20 pode ser produzido na nova fábrica da marca, a ser construída em Piracicaba, interior de São Paulo.

Hyundai também planeja um rival para o Nano

A marca coreana Hyundai, que no Brasil comercializa modelos como o utilitário esportivo Tucson e o sedã de luxo Azera, além do hatch i20, que está sendo lançado, planeja desenvolver um automóvel barato, inspirado no Tata Nano, que começou a ser vendido na Índia por aproximadamente US$ 2.000.

Segundo a marca, mais do que um concorrente do pequeno modelo indiano, o veículo seria mais uma opção nessa linha. De acordo com o vice-presidente da empresa, Young Chun, o modelo deve ser lançado daqui a pouco mais de um ano, quando os motores a gasolina de 800 cm³ e 1.000 cm³ de cilindrada estiverem prontos.

Hyundai revela i10 elétrico em Frankfurt

Hatch possui novo tipo de bateria, mais leve, resistente e eficiente

A Hyundai não está perdendo tempo para seguir a onda verde e plugar seus carros na tomada. A fabricante sul-coreana apresentou no Salão de Frankfurt o i10 Electric, versão totalmente elétrica de seu hatch compacto.

hyundai i10 eléctric

Segundo a empresa, a versão começa a ser fabricada em 2010 para servir inicialmente o mercado da Coreia do Sul. Ainda de acordo com a montadora, o modelo pode percorrer até 160 quilômetros com as baterias íons de lition em carga completa. A recarga em tomada de 220V leva cinco horas para ser finalizada.

O i10 Elecytic faz uso de novas baterias, chamadas pela marca de LiPoly. Segundo a empresa, estas são mais leves e possuem a capacidade de armazenar mais energia que as convencionais, além de poderem ser carregadas e descarregadas mais vezes antes de perder eficiência. Em termos de segurança, a nova tecnologia também apresentou avanços, uma vez que é mais resistente a impactos.

O motor produz 62,5 cv a 11 500 rpm e 26,5 kgfm de torque a 2 670 rpm. Nessa configuração, o modelo, que pesa 1 000 kg, de acordo com a marca, acelera de 0 a 100 km/h em 15s0 e atinge a velocidade máxima de 130 km/h.

Hyundai revela mais dados e fotos do i-flow

Cupê conceitual híbrido 2+2 possui teto com células fotoelétricas

Hyundai i-flow

A Hyundai revelou à imprensa no Salão de Genebra, seu novo carro conceito i-flow. Além da exibição do modelo, classificado pela marca como “mais para um cupê do que para um sedã”, diversas fotos com detalhes da novidade foram divulgadas.

Hyundai i-flow

O protótipo com capacidade para transportar quatro pessoas na configuração 2+2 mede 4,78 m de comprimento, 1,85 m de largura e 1,40 m de altura e tecnologias como teto com células fotoelétricas e um gerador termoelétrico no sistema de escape, ambos com a função de gerar eletricidade para as baterias. A empresa também anuncia que o modelo foi desenvolvido visando a praticidade e o menor desperdício possível de áreas internas. Informações sobre peso ou dados técnicos do sistema de propulsão híbrido do modelo, entretanto, são mantidos em segredo.

Hyundai i-flow

Outro destaque do i-flow, de acordo com a Hyundai, está nos novos tipos de materiais utilizados em seu revestimento interno, desenvolvidos em parceria com a empresa química Basf. Os compostos possuem peso reduzido, o que auxilia o modelo a reduzir o consumo de combustível e a emissão de poluentes. A fabricante informou que o híbrido entrará em produção em 2011. Confira a galeria de imagens clicando no ícone “Fotos” ao lado.

Vendas batem recorde no 1º semestre de 2010

Mesmo em queda no mês, acumulado do ano bate recorde;

Hyundai é a marca que mais cresce


Se depender do resultado semestral acumulado dos licenciamentos de automóveis de passeio e veículos comerciais leves no primeiro semestre, 2010 já está adiantado no caminho para ser um novo ano recorde para a indústria automobilística brasileira. Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o total de emplacamentos entre janeiro e junho deste ano já é de 1.579.695 unidades. Tal volume é 9% superior ao do primeiro semestre de 2009, quando 1.449.787 carros já haviam sido comercializados.

Hyundai-i30_2008

Parte deste avanço, além da estabilidade do crédito, deve-se também ao aumento da produção semestral. De acordo com a Anfavea, nos seis primeiros meses de 2009 foram fabricados 1.753.201 veículos, o que representa um novo recorde e um avanço de 19,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Até então, o melhor resultado semestral foi obtido na primeira metade de 2008, quando mais de 1.690.000 automóveis foram produzidos. Em contrapartida, o volume produzido em junho passado foi 5% inferior ao total de maio, com 322.547 carros de passeio e veículos comerciais leves tendo deixado as linhas de montagem brasileiras.

O número de licenciamentos de junho, por outro lado, foi positivo. Na comparação com maio deste ano, o mês registrou alta de 4,6%, com 247.480 unidades, ante as 235.753 do período anterior. As exportações também foram beneficiadas pelo aumento da produção. No primeiro semestre de 2010, a indústria nacional enviou para o exterior 241.859 veículos, montante 54,8% maior que o exportado nos seis primeiros meses de 2009, que teve 156.268 carros exportados. O volume mensal, no entanto, sofreu redução de 13%, com 41.051 unidades.

A briga entre as quatro grandes e o avanço da Hyundai

No geral, junho foi bom para todas as fabricantes instaladas no país. No entanto, o sexto mês de 2010 ainda tem números cerca de 20% inferiores ao período de 30 dias de 2009, que ainda se beneficiava da isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A liderança segue com a Fiat, que licenciou 60.164 automóveis de passeio e veículos comerciais leves no período. Na sequência vem a Volkswagen, com 51.965 unidades, seguida da General Motors, com 49.043, e da Ford, que fechou o mês passado com 24.440 carros vendidos.

Abaixo das quatro grandes montadoras do Brasil a briga está cada vez mais acirrada. Na 5ª colocação, e já estabelecida neste posto, a Renault vendeu 9.858 carros em junho, à frente da Honda, que licenciou 9.432 veículos. Com 290% de crescimento em relação a 2009 aparece a Hyundai, na 7ª posição, com 7.800 automóveis comercializado no mês passado. Atrás da marca sul-coreana ficaram Toyota (7.775 emplacamentos), Peugeot (6.747) e, por fim, fechando o ranking das 10 melhores, a Citroën (5.497).